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Arquivos mensais: Dezembro 2012

Brooklyn Coffee Shop – Bacon Burger

Brooklyn Coffee Shop

“Nós estamos aqui para revolucionar a música popular brasileira, pintar de negro a asa branca, atrasar o trem das onze, pisar sobre as flores de Geraldo Vandré e fazer da Amélia uma mulher qualquer.” (Clemente, banda Inocentes)

Queria começar o texto com uma citação vagabunda dessas de cartão de Natal, essas coisas genéricas e impessoais de quem não sabe o que escrever porque não sabe sentir. Mas lembrei dessa frase foda do Clemente, e é nessa vibe que a vida e esse blog seguem.

Final de ano, hora de prestar contas, pagar as dívidas com o acaso e cumprir as promessas antes do suspiro final. Então aqui estou eu pagando com um post que sei lá porque cargas d’água estava faltando. Taí, Brooklyn Coffee Shop.

O Brooklyn tem aquele visual legal com teto alto, meio galpão, tipo aqueles locais industriais que transformaram em apartamentos bem legais em NY. Tipo aquele que o Tom Hanks mora quando ele cresce em Quero Ser Grande. Só não tem aquelas janelas laterais, nesse Brooklyn a iluminação é meio fraca mas tem algumas luzes pontuais em algumas mesas, tem uma baita foto da Ponte do Brooklyn (supõe a lógica) em uma das paredes, e nesse dia estava rolando um jazz chatinho e repetitivo. (intelectuais entendedores de música não me critiquem, jazz é chato às vezes, vivam com isso).

Tem uma coisa que me incomoda lá no Brooklin. Já fui algumas vezes e sempre achei isso, o povo que vai lá é uma galera muito blasé. Te olham e viram a cara empinando o nariz e fingindo que não estavam te olhando, acho isso bem engraçado. E depois eu que sou estranho.
Fora a galerinha frequentadora que está chegando
na casa dos 30 e não fica mais bebendo cerveja sentado nas calçadas das redondezas, gente que formou em design, jornalismo,(iria falar publicidade também, mas publicidade não considero muito como curso superior)… esses cursos em que você não precisa estudar muito. Agora essas pessoas estão ganhando seus dinheiros e vão lá gastar na cerveja dos Simpsons, cafés, comidinhas, e como nós, hambúrgueres.
Dia de semana é até comum achar algum macfag
“trabalhando” com seu Macbook  (nunca um notebook Positivo!) e achando que está realmente num café de Nova Iorque.

Agora sim, o que realmente interessa, comida!

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Começando pelo Bacon que é quem da o nome do sanduíche e deveria dar a tônica da parada é o que menos foi percebido. Cortadinho em pedaços fininhos e pequenos, foi bem feito, não passou e não ficou seco, mas foi pouca quantidade. Como todo bacon bem feito estava muito gostoso, mas só foi realmente notado quando já estava na metade do sanduíche, e sentir mesmo o gosto foi em umas duas ou três mordidas, uma pena, porque não é o que se espera de um “x-bacon”.

Mas a carne estava muito boa, rosadinha e molhadinha assim como outra coisa eu que adoro.
Por fora nas bordas estava com uma cor estranha, até um pouco feia, meio esbranquiçada, de carne que só levou um susto no fogo, mas mais para o meio estava até torradinha, não sei como faz esse efeito de “cozer” na chapa, do meio para as bordas. Mas isso não importa. O que importa é que estava muito boa. Hambúrguer de picanha, gordura, já da para sacar que a coisa vai ser boa se for bem feita, e fui altamente correspondido nesse quesito.

Dessa vez não vou reclamar do queijo e dizer que poderia vir mais, gostei da quantidade. Olha que bonita essa camada derretida cobrindo a carne.
Mas rolou uma parada. No cardápio não dizia que vinha “mozarella”, falava apenas no gorgonzola, não curto muito gorgonzola, mas para minha sorte acho que estava acabando o gorgonzola, ou sei lá o que rolou, veio só um pouco na parte de baixo do pão, aí em cima do hambúrguer uma agradável camada de um bom queijo mozarella que logo se transformou em um sorriso.

O pão é igual aquele que usam no Barba e no Motodax. Não é o meu preferido, é escuro em cima, tipo pão que passam ovo antes de assar e colam um monte de gergelim. Rolou aquele efeito decomposição post mortem por causa do sangue da carne morta. Tive que terminar de comer com os talheres porque o sanduíche se despedaçou em minhas mãos.

Tem uma saladinha de leve, um pouco de alface ralada para dar uma crocância e uma umedecida, além de ajudar a digerir. Não é salada, mas também vem uma pitada de algum matinho sem gosto desidratado como parte da decoração.

Acompanha uma porção de batata chips. Às vezes é legal variar um pouco, e batata chips é batata de verdade, afinal. Pena que algumas estavam começando a ficar amargas, tipo passando do ponto, mas ainda assim estavam boas. Foi bom variar as batatas no último sanduba do ano.

Resumindo, é um belo hambúrguer de um bom lugar blasé!  😛

Ah!! Semana passada, pra quem não ficou sabendo, participamos de um programa na Ótv. Depois colocamos aí para quem quiser saber a nossa cara e nos perseguir na rua ou nos pagar um lanche.

Ficha técnica:

“Bacon Burger + Fries”

Ingredientes: “Hamburger de Picanha, com Gorgonzola & Bacon Bits c/ fritas”

Preço: R$18,00 (não lembro quanto deu com a coca-cola de garrafinha).

Ponto alto: Carne bem boa e no ponto e a quantidade de queijo.

Ponto baixo: Pouco bacon.

Avaliação: B-

O Brooklyn Coffee Shop fica na Rua Trajano Reis, 389, no São Francisco. Curitiba-PR. (41) 3618-0388

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Publicado por em 12/27/2012 em Uncategorized

 

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Alta Voltagem – Jazzmaster

Alta Voltagem

Ora, que ideia genial! Como ninguém nunca pensou nisso antes? Vou retomar um pouco parte do raciocínio de meu post anterior – não que eu esteja virando uma flor de obsessão nem nada, mas eis que o assunto se faz pertinente mais uma vez: estamos em uma época de preciosismos, e as pessoas cultuam os objetos antes de cultuar a técnica. O fenômeno é particularmente apreciados por tecnocratas de meia tigela. Qualquer forma de arte, ou meramente qualquer forma de expressão que dependa mais da máquina do que do operador para alcançar um resultado medíocre, está aí a praia desses sujeitos. Comumente a fotografia, mas quem não investe em um MacBook pra desenhar no Corel? Quem não curte uma caixa de lápis de cor Caran d’Ache, dizendo “agora sim, vou poder expressar toda a minha arte”? Esse é o mesmo tipo de gente que acredita nos milagres propagados pela Polishop, mas reduzido a um microcosmos de utensílios que diferem do resto das bugigangas por, ao contrário das propagandas da Polishop, realmente serem do apreço também de profissionais fodões. Obviamente, as guitarras também entram nesse grupo, de maneira muito mais pornográfica do que o resto. Ora, o moleque vê seu ídolo tocando em uma Flying V (não importa qual Flying V), que é uma guitarra que só serve pra quebrar na pontinha, e ele vai lá e compra uma também, achando que vai conseguir um som daqueles. E se não, completa ainda com um porrilhão de pedais que cola numa maleta com velcro, fica parecendo um jogo de tetris gigantesco, cheio de bloquinhos coloridos entupindo a vista.

Falei tudo isso para falar que estava demorando transpor os nomes das guitarras para outras coisas, e mais ainda para hambúrgueres, já que estamos careca de saber que este é um universo gastronômico saturado por rock n’ roll, motocicletas, pin-ups gordinhas, abrigos nucleares, cura incipiente para paralisia infantil e qualquer outro elemento retirado da cultura dos anos 50. Se guitarras e hambúrgueres ornam bem? Essa é uma pergunta cuja resposta, como diria Dylan Thomas, ou Bob Dylan, ou Bob Dole, nunca lembro, está soprando no vento. O que nos interessa aqui é um cardápio de guitarras, e a minha escolha foi a última do racking. Jazzmaster, aquela guitarra metida a esquisita, tipo meio galã francês – feia, mas bonita – e usada por gente do naipe de Sonic Youth (um dos drogadinhos lá, não sei quem é quem, só sei que roubaram a guitarra dia desses), Smash Mouth, Robert Smith do The Cure (combina com o batom dele) e adjacentes. O hambúrguer em questão é um petardo de 240g – talvez a maior pesagem que já tivemos por aqui – e, o melhor: recheado de gorgonzola! Acompanha ainda dentro do pão molho de cerveja preta, alface e tomate. De maneira que, veja, tenho fortes razões para acreditar que o motivo desta guitarra em particular ter sido escolhida para batizar esse hambúrguer tão incomum vai além da esquisitice da forma e da fórmula, mas é, antes de tudo, um destrinchamento  do nome: o mestre do jazz. O que é o jazz senão essa improvisação louca que, em mãos hábeis, separa um caos melódico de uma obra de arte com remembranças de esboços de flamenco. Separa um Ornette Coleman de um Cannonball Adderley ou um Richard Kleiderman de um Bill Evans. Enfim, a habilidade de pegar algo que daria muito errado e fazer dar certo. É só o que vejo quando o chef de um estabelecimento resolve rechear carne com queijo gorgonzola, que tende a impregnar todo o seu entorno, e ainda regar seu disparate carnívoro hidropônico com molho de cerveja escura. Esse é o verdadeiro mestre do jazz, e o resultado está aqui.

Jazzmaster

Há algo que me intriga nessa foto, e é o quanto ela parece fora de escala. Olhando daqui, o Jazzmaster parece um mini-sanduíche, algo retirado talvez da Galeria Lúdica. Mas acredite, é uma das maiores monstruosidades que já comi em todos esses anos nessa indústria vital, e os 240g supracitados não deixam mentir.

Bom, não há como não se derreter como um glutão ditirâmbico, porque, afinal de contas, esse sanduíche tem tudo o que o meu coração pede — e quando digo coração aqui refiro-me ao órgão metafísico que impulsiona o amor, não a bomba de sangue que entope com gordura, veja bem — porque tem queijo em grande quantidade e qualidade, carne suculenta de primeira (e já falei que ela é recheada?), molho de cerveja, batatas impecáveis e um potinho com molho barbecue que, vamos combinar, em se tratando de hambúrguer, deveria ser algo tão obrigatório quanto embalar canudinho em papel.

É claro que a receita transbordou-se ante sua malemolência líquida, é como pedir para uma água viva segurar sua água (é uma piada que só faz sentido em inglês, eu acho), mas nem por isso a coisa virou uma sopa eslava em que tudo perdeu sua propriedade. É algo até admirável ver tanta liquidez contida pela carne, uma coisa bonita mesmo, como a luz da manhã que bate nas gotas de orvalho na península de Izu, só que com um gostinho de carne e gorgonzola que ninguém em sã consciência dispensaria.

Aliás, colocar a gorgonzola dentro da carne foi coisa de gênio mesmo. Para os que dizem que o queijo é muito forte e contamina os outros aromas, a solução resolve perfeitamente o problema. Há o gosto marcante do blue cheese italiano sem a disputa   que normalmente testemunhamos neste tipo de prato. E obviamente não é mais o gorgonzola em seu estado puro, mas por outro lado, preciosismos como esse só levaram puristas para camas solitárias sem ninguém para transar com eles. O bom da comida é transformá-la, afinal. Pegar um bicho morto e fazer um troço suculento como esse é uma arte, Nonato! E os ingredientes são as nossas tintas, mas chega dessa paráfrase porque só de pensar na atuação do Carlo Briani já me embrulha o Estômago (rárárá!). Enfim, gorgonzola carne = bom.

A alface aqui serve muito bem também dentro dessa lambuzeira de sanduíche que, confesso, pela primeira vez tive que abrir mão da minha virilidade para comê-lo de garfo e faca. O mato e seu gosto pela seiva puxa os sucos para si e restabelece a ordem entre os estados da matéria. Não que um tomatinho não acrescente também sua dose de água, mas nada que comprometa o que comprometido já está.

Por fim, o molho de cerveja é bem esquecível, mas não por um descuido no preparo, mas simplesmente porque este sim, foi sobrepujado pelo gorgonzola. Adiciona uma suculência ao todo, mas não consegue inserir seu amargor saudável no meio daquele mar de fungos e laticínios já amargos e salgados.

O pão? O pão é bonzinho. Industrial, mas gostoso. Vale a pena.

Ficha técnica:

Jazzmaster

Ingredientes: “Pão especial, hambúrguer caseiro recheado com queijo gorgonzola (240g), molho de cerveja preta, alface e rodelas de tomate. Acompanha fritas e molho barbecue”

Preço: R$20,90 + coca-cola garrafinha por R$3,70 (coquinha com preço de frigobar). Total R$27,06.

Ponto alto: Lugar agradável, boa ideia para os nomes dos hambúrgueres e a inventividade de um gênio da técnica e da criação.

Ponto baixo: O preço e o molho de cerveja, que lambuzou tudo sem propósito.

Avaliação: A

O Alta Voltagem Café fica na Rua Silveira Peixoto, 777, entre a Silva Jardim e a Av. Iguaçu. Terça à Quinta das 17h até 24h, Sexta e Sábado 17h até 01:00 e Domingo das 16h às 22h. (41) 3044-7403.

 
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Publicado por em 12/14/2012 em Uncategorized

 

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Alta Voltagem – Telecaster

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Se na cadeia ladrão tem fome de cu e de vingança, aqui nos temos fome de hambúrguer.

Dando continuidade a esse começo poético vou manter uma vibe breaking the law de hambúrgures nos rock da vida!

O Yuri tinha me passado um negócio desses clubes de compras que tinha o Alta Voltagem, o lugar desse post. Mas pera lá, se “lanchonete” tem que dar desconto  . . . é porque o negócio é caro, né?!
Dito e feito, é carinho, mas o negócio é bom também. E enquanto o Rock’a Burger for gostoso e custar R$14,00, os outros lugares vão ser caros.
Mas como diria aquele velho comercial de cigarros, a moeda corrente na cadeia, “Cada um na sua, mas com alguma coisa em comum”.

Vamos aos fatos do ocorrido no Alta Voltagem.

Chegamos por volta das 20:47, o lugar estava vazio, escolhemos a mesa e logo começamos a observar o ambiente enquanto a menina nos passava o cardápio, lembro de tocar Come Together enquanto fazíamos as escolhas, acho que foi uma das vezes que escolhemos mais rapidamente, foi bater o olho e dizer, é esse. “Formo? Já é!”

O Alta Voltagem, que com quase certeza deve ter sido tirado do AC/DC – High Voltage, é um lugar para você comer ouvindo clássicos do rock (clássicos do rock é tipo quando você vai num lugar e pergunta: “O que vai tocar aí hoje?” o cara não sabe e te responde “Clássicos do Rock”, aí você diz “Ah, tá” e vai embora, porque pode ser quase qualquer cosia, para o bem e para o mal.) e blues, aquele sonzinho agradável e feito por/para pessoas legais.
Final de semana diz que rola um som acústico ao vivo, tem um espaço para um palquinho, e o lugar é todo decorado nas cores vermelho, preto e branco. É um lugar simples e bonito até, na linha do “menos é mais”.

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Aí, Clube do Malte, aprende a colocar nomes legais nos sanduíches, aqui você pode escolher entre Stratocaster, Flying V, Les Paul, os hambúrgueres tem nomes de modelos de guitarra. Como ninguém tinha pensado nisso antes, achei uma boa sacada.

Segue o B.O. do caso Telecaster

Começando com uma boa apresentação, uma pequena montanha, à esquerda, que te deixa na dúvida se come com a mão ou com talheres, e à direita, batatas fritas e o potinho de molho barbecue, tudo em um prato branco retangular todo salpicado com cheiro verde, salsinha ou cebolinha desidratada, (essas paradas verdinhas que depois de cortadas nunca mais sei qual é qual), só não pode falar cebolete, que é coisa de “viado” e aí você apanha na cadeia … ou na Avenida Paulista.

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Vem um potinho com barbecue, o que é sempre preferível, você pode ir colocando em doses homeopáticas e evitando que tudo fique contaminado com o gosto do molho.
Como já me aconteceu no Memphis uma vez(não nessa que tem um post aqui no blog), você pega um X-tudo pela variedade de sabores e aí uma grande quantidade de barbecue tira a graça de tudo. Vai por mim, peça sem ou num potinho à parte.

Hamburgão gordo, em todos e melhores sentidos, com tempero caseiro do tipo cebola, alho e sal, numa porção bem ideal. São 180g de carne bem no ponto, suculenta, daquela que você aperta e os sucos brotam do seu interior e chegam a escorrer melecando tudo, uma beleza!

Rola um duplo cheddar cremoso, o processado e mais usado mesmo. Tem uma camada direto na parte de baixo do pão, aí a carne e o bacon, e mais uma camada de cheddar para fechar e colar tudo com a parte superior do pão.

E agora o bacon em cubos, acho que um dos grandes lances desse sanduíche.
Eu (assim como quase todo mundo) sempre preferi o bacon em tiras, até agora não tinha visto um bom aproveitamento de bacon em pequenos pedacinhos, e aqui lembro da ridícula porção de batatas fritas com bacon do Fifties. Em pequenos pedaços é piscar e já passou do ponto, é fácil deixar secar e ficar uma porcaria.
Como veio uma quantidade legal de bacon e de cheddar, tem mordidas que você pega só os dois, e aí a mágica acontece.
Os pedacinhos de bacon vão dançando em câmera lenta, de um lado para o outro dentro da boca, em meio a cremosidade do cheddar, é uma sensação além paladar. Foi divertido, foi uma sensação nova para mim.
Tá, fizeram um bom uso do referido corte do querido bacon, mas ainda prefiro em tiras.

Tudo isso num pão de hambúrguer com gergelim, grande e tradicional, no cardápio diz pão especial, mas é migué, nem tem nada de tão especial.

Resumindo, é um lugar legal, toca musica boa, é um pouquinho caro, mas achei que valeu pela satisfação proporcionada. Eu frequentaria mais vezes se a condicional assim me permitisse e se eu não tivesse essa vocação para eremita.
Mas vocês, amiguinhos leitores, que são seres sociais normais e em liberdade, deveriam dar uma passada lá para conhecer. E se você for balzaco ou balzaca pode ir no Crossroads ou no Hermes depois, é ali pertinho da pra ir andando.

Ficha técnica:

Telecaster

Ingredientes: “Pão especial, hambúrguer caseiro(180g), queijo cheddar e bacon em cubos. Acompanha fritas e molho barbecue”

Preço: R$18,90 + coca-cola garrafinha por R$3,70 (essa coca com preço de churrascaria doeu pra pagar). Total R$24,86.

Ponto alto: Lugar bacana, sanduíche gostoso e bem servido (em todos os sentidos).

Ponto baixo: O preço.

Avaliação: A

O Alta Voltagem Café fica na Rua Silveira Peixoto, 777, entre a Silva Jardim e a Av. Iguaçu. Terça à Quinta das 17h até 24h, Sexta e Sábado 17h até 01:00 e Domingo das 16h às 22h. (41) 3044-7403.

 
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Publicado por em 12/06/2012 em Uncategorized

 

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