RSS

Arquivos mensais: Abril 2013

Batha Bhaya – Tex Mex

7065585425_31709ea2f4

Dia desses eu estava lendo o Daytripper, um quadrinho dos irmãos Fábio Moon e Gabriel Bá, e num dado momento o narrador diz:

“…uma hora você descobre que seu lar é muito mais do que a casa onde você mora… Ele (Brás, o personagem) descobriu que o país pode ser o seu lar, ou uma cidade, ou mesmo aquele bairro em particular”.
Como se as ruas ao redor da casa da gente, por onde passamos todos os dias, às vezes por muitos anos como é o meu caso, acabassem parecendo prolongamentos de nossas casas. É a nossa quebrada familiar.
Ultimamente tenho ouvido sobre vários casos de violência aqui na minha região, são baleados, assaltos, atropelamentos, e ainda assim continuo andado com relativa tranquilidade pelas ruas da minha casa.

Tudo isso para dizer que saímos das nossas cercanias e fomos rumo ao desconhecido na nossa busca pelos melhores (e às vezes piores) hambúrgueres da cidade, desembarcamos nas longínquas terras da CIC, a Cidade Industrial de Curitiba. Longe pacas!

Batha Bhaya, é o nome do lugar.
“É um lugar indiano?” Se tem algo de indiano é a penas no nome, porque servem carne de vaca morta, algo nada bem visto por aquelas bandas.

O Batha é um lugar “multicultural” meio feira da fruta, decorado com vários posters 3D do Street Fighter, Os Simpsons, Iron Man e coisas do gênero internet, cinema, desenhos… Fiquei sabendo que também rolam shows acústicos de pop rock, sertanejo e de mágica. Sim, mágica. Tem até umas cartas de baralho utilizadas em algum truque que acabaram coladas no teto.
Durante todo o tempo que estivemos lá estava rolando um Hip-Hop americano anos 80-90 e bicicross nas montanhas passando na tv.
Sentamos na mesa de MDF cor de madeira, bancos com almofada vermelha e acima de nós uma luminária do Space Invaders.

Dessa vez não tinha como ficar no clássico X-salada, os caras tem um cardápio de hambúrgueres bem interessante. Queria ter experimentado uns três pelo menos, mas escolhi apenas o “Tex Mex”.

_MG_0005

Baseado no que chamamos aqui de “Nachos”, o prato com carne moída, feijão, molho, queijo, guacamole(aquela parada de abacate) e tortillas (Doritos em 90% dos lugares), esse Tex Mex em alguns momentos realmente lembra os nachos, e é tipo aquele lance de cozinha molecular(numa proporção muito menor) em que os caras mudam a textura, consistência e forma das cosias. É meio que o prato em forma de sanduíche.

Logo de cara a gente já percebe o pão preto (tá, não é preto é marrom, mas vou chamar de preto). O pão não é doce como o que tem de cortesia no Outback e nem salgado, é tipo uma base neutra bem macia, pequena e brilhosa por cima.

Logo abaixo da cúpula do pão preto vem uma camada daquele negócio de abacate, que já adianto que é o ponto negativo do sanduba, ia pedir sem, mas quando vi que dizia ter um hambúrguer apimentado, achei que isso ajudaria a amenizar a pimenta. Mas a real é que estava amarga a guacamole, no me gusta. Felizmente vem em pouca quantidade.

Na sequência vem os doritos e aí começa a ficar interessante, o tempero característico do salgadinho já começa a dar o gosto do nachos que a gente faz em casa (não que eu faça), e a crocância misturada com a maciez do pão é algo bem legal.
Uma madrugada dessas tentei fazer um pão com margarina e doritos, ficou uma porcaria, quase vomitei depois de comer, nem tentem.
Mas rola fazer um pão já amanhecido com pouca margarina e uns poucos amendoins daqueles com casquinha amarela, ou verde, ou o apimentado vermelho(só testei com o amarelo), fica bem bom e é tipo uma surpresa a hora que você mastiga um pedaço do pão mole com um amendoim. #FicaDica

Votando ao TexMex, tem cheddar processado para colar os doritos na carne, dar liga e também um pouco de suavidade.  Mas nem precisava de nada para suavizar, a carne que dizia ter pimenta calabresa, embora seja muito boa, tem seu tempero mas não é nada picante. E já falei aqui outras vezes que sou uma moça para pimentas.
A carne está quase se mimetizando com o pão. Pão e carne tem praticamente a mesma cor, mas apenas por fora, por dentro ainda se mantinha a ruborização desejada para um “no ponto”.  São 150g(segundo eles) de um bom hambúrguer artesanal.
Os sucos da carne e o abacate fazem os doritos, crocantes nas primeiras mordidas, ficarem molengas. A sorte (que na verdade é azar) é que o sanduíche é pequeno, você acaba comendo antes disso acontecer totalmente. Aí entra o segundo ponto negativo, é um hambúrguer pequeno, da para segurar ele todo com uma mão só. Fator sustância em baixa.

Isso tudo acompanhado de batatas chips tipo Ruflles, outra vez batatas industrializadas, não vejo um acompanhamento mais sem graça do que batatas industrializadas de saquinho. Esperamos que essa não seja uma tendência das hamburguerias, lanchonetes e afins.
Orra, galera, se deem ao trabalho de fritar umas batatas de verdade!
Mas admito que essas batatas até caíram bem com a maionese da casa que vem num potinho. Maionese com ervinhas que deixam um gosto final de orégano. Boa.

No cardápio tem até uma explicação do processo de feitura e montagem do hambúrguer, e de quanto tempo demora, pelo menos uns 20 minutos segundo eles. Fato é que demora mesmo! Tem que ter paciência, coisa que é difícil quando se está com fome.

Dicas:
Para achar o Batha você precisa olhar para cima, pois na parte de baixo do lugar tinha uma molecada na frente, parecia uma escola, na real é uma autoescola.  Você entra na porta lateral e sobe a escada. Parece que você está entrando num lugar meio nas bocadas, meio escondido, mas é tranquilo!

Faça o chek-in no Foursquare ou Facebook e ganhe um refri, mas só na primeira vez. Tipo piá malandro com uma gatinha nova, agrados só no começo, fiquem espertas garotas.

Para aquele seu amigo chato, ops!, vegetariano, o hambúrguer de carne pode ser trocado por de soja.

Agora me despeço, amiguinhos.
Semana que vem tem o Yuri e o seu Heart Attack, depois disso vamos sair de férias.
\o/

Ficha técnica:

Tex Mex

Ingredientes: “Hamburger com Pimenta Calabresa, Cheddar em Pasta, Nachos com Guacamole (Abacate + Temperos)”

Preço: R$15,90 + Coca-Cola lata R$3,00 (faça o chek-in e não pague a coca).

Ponto alto:  Toda a concepção de um sanduíche diferente, o pão preto é legal e a carne é boa também.

Ponto baixo: Demora, a guacamole estava amarga, é pequeno e a batata que acompanha é industrializada.

Avaliação: B-

O Batha Bhaya fica na Rua Pedro Gusso, 4017, no (ou na) CIC. Perto do terminal de ônibus. Funciona de terça à quinta das 18:00 às 00:00, sexta e sábado das 18:00 às 02:00 e domingo das 18:00 às 00:00. (41) 3042-0273(delivery, para quem morar por perto,né!?).

Anúncios
 
1 Comentário

Publicado por em 04/26/2013 em Uncategorized

 

Etiquetas: , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , ,

Kaes Bar – Kaes Cheddar

Kaes Bar

Honestamente, não sei por que ainda me atrevo a pedir hambúrguer de cheddar em estabelecimentos que eu não conheço. Deve ser o impulso que me lança intrepidamente rumo ao desconhecido dos sabores e, tal qual o astronauta perdido busca a estrela mística Galadriel, eu busco me surpreender ante o vasto oceano de mesmice que encontro quando falamos deste queijo específico. Mais uma vez, a pasta processada – e muito mal processada, se alguém quiser saber – é a lebre vendida por gato por essas bandas, e o problema continua sendo o gosto. Eu gostaria de saber se tem alguém que come essa porcaria que não seja esse tipo de degenerado que come salgadinho Elma Chips aos borbotões, porque se o que você está procurando é o fino sabor de gordura e especiarias, você achou o cheddar do Kaes Cheddar. Taí um sanduíche que até teria um certo potencial se não fosse a escolha desastrosa dos ingredientes.

O primeiro ponto alto seria o próprio lugar. O Kaes é um desses bares que se orgulha de vender cerveja, uma paixão pelo próprio produto que só encontra similares em sex shops, lojas de videogame e certas igrejas. Com suas bolachas de chopp cobrindo o teto, suas capas de garrafa fazendo as vezes de luminárias e suas mesas cravejadas de chapinhas, sua decoração rústica e seu pay-per-view ligadão no futebol, o lugar é o equivalente social da chamada man-cave, o reduto do guerreiro homem que, quando menos percebe, tem sua casa toda redecorada pelo toque feminino da cônjuge e retrai-se, resignado, a um mísero quartinho de mobília duvidosa, guitarras, charutos e destilados. No Kaes, os homens podem se sentir homens, e, ainda que a oferta de narguiles atraia a atenção de muitas patricinhas e a playboyzada de costume, o lugar se fortalece sem deixar o público o prejudicar.

Seus lanches, por outro lado, são uma bela decepção. Os hambúrgueres, embora disponham de vasta e rara disponibilidade, não passam de variações sobre o mesmo tema – e isso não é tão óbvio quanto pode parecer. A diferença entre um e outro às vezes é o acréscimo ou a subtração de um único ingrediente, e a diferenciação entre hambúrgueres “Classics” e “Premium” não é tanta como queria o apartheid gastronômico promovido nesse estabelecimento. Por isso, escolho o sanduíche que mais destoasse do quadro geral, que é esse Kaes Cheddar. O cardápio diz que ele vem com dois hambúrgueres de 90g, queijo cheddar derretido com cebola caramelada. Basicamente os ingredientes que compõem qualquer hambúrguer de cheddar no Brasil. Agora, os caras devem achar que eu nasci ontem pra cair nessa de “queijo cheddar derretido”, porque, amigo, o dia que alguém aqui nessa terrinha esquecida por Dios derreter um naco de queijo cheddar pra colocar num hambúrguer, gabiru ganha chifre. Sério, qual o problema de falar que é um requeijão sabor cheddar, ou uma gordura sabor queijo, qual é a questão moral de se falar a verdade, afinal de contas? Pois muito bem, eis o bicho:

Kaes Cheddar

A apresentação é desajeitada como o sanduíche inteiro. Em uma noite fria que fomos, servir a carne assim, à mostra e desprotegida do sereno, é um crime contra todo ser humano que deseja fazer uma refeição quente. As batatas, por sua vez, são dignas de lágrimas raivosas. Como, meu Deus, como um estabelecimento serve batata chips industrializada para acompanhar seus lanches? Nem se você resolver ser auditor de prédio público você vai testemunhar tamanha negligência, amigo. Eu me recuso a comer essas paradas, não foi pra isso que me inscrevi nesse casual dining crawl que faço com tanta diligência e esfomeada dedicação. Me recuso.

A carne e o pão, esses sim são dignos de nota. A carne, é bem verdade, estava um pouco fria e monocromática, indicando a pobreza de gordura, a ausência de sucos e a demora que fez passar do ponto, mas tinha boas e saudáveis marcas de grelha e é de uma espessura considerável. E o fato de serem dois hambúrgueres foi o que me chamou a atenção, não só porque eu estava com muita fome, mas porque também fica difícil por esses tempos de concorrência acirrada considerar que um único hambúrguer de 90g possa ser o protagonista de um “Premium”. De qualquer forma, a quantidade foi insuficiente – talvez se eu tivesse me entupido de batatinha hidrogenada, estivesse saciado, mas tive que pedir um hamburguinho pra calibrar o estômago depois. O pão, por sua vez, é um pão bem macio e gostoso, não tem muito o que possa se dizer sobre ele devido a seu caráter genérico, mas acho que se o pão não pode brilhar, que pelo menos passe ao largo como bom coadjuvante que não deseja roubar a cena.

Agora, há um quinto elemento nesse disparate que chamaram de sanduíche que é a maionese caseira. Trata-se de uma pasta verde, levemente temperada com alho e outras especiarias, o que pode ser muito bom, se você estiver imaginando a coisa por um aspecto positivo, mas é a pior maionese caseira que eu já comi. O gosto é tão forte, e ao mesmo tempo, tão suave, que só pode se tornar enjoativo. O gosto me lembrou umas coisas que comi num Subway em Santiago do Chile, uma péssima lembrança gastronômica que não gostaria de lembrar. Por sorte a maior parte do molho vem num potinho separado, mas ainda vem um pouco dentro do pão. Uma pena.

No fim, o Kaes é uma man-cave coletiva com muita ruteza e personalidade, mas os hambúrgueres Premium que eu pude testemunhar não são aquilo que prometem. Por sorte, o lugar tem um diferencial que faz todo o resto vale minimamente a pena: o preço. O sanduba mais caro de todos ainda tem um precinho camarada, e como não gostar de um lugar desses?

Ficha técnica:

Kaes Cheddar

Ingredientes:  “Pão especial, maionese, 2 hambúrgueres 90g, queijo cheddar derretido com cebola caramelada”

Preço: R$12,90 + Coca-Cola lata R$3,50 e R$2 de entrada. Francamente, dois reais de entrada???

Ponto alto: Preço bom, carne dignamente grelhada (embora não tão bem composta) e pão coadjuvante.

Ponto baixo: Cheddar horroroso, maionese pior ainda, batata industrializada como acompanhamento.

Avaliação: E+

O Kaes Bar fica na Rua Doutor Manoel Pedro, 715, no Cabral. Funciona de segunda à quinta 18h-00h. Sexta e sábado 18h-02h. (41)3253-3997.

 
2 Comentários

Publicado por em 04/12/2013 em Uncategorized

 

Etiquetas: , , , , , , , , , , , , , ,

Kaes Bar – Kaes Especial

600249_386137244775131_778625074_n

O Kaes Bar é um bar (não, jura?!) de cervejeiros, futeboleiros, estudantes da federal e fumadores de narguilé (potenciais homens tocha sem super poderes).
O lugar é uma casa antiga, com mesas de madeira e cadeiras com assento de palha trançada. A decoração é praticamente toda baseada em cerveja, quadros de cervejas, garrafas de cervejas, luminárias feita com camisinha de cerveja… No primeiro ambiente, o teto tem uma constelação formada com bolachas de chopp. A mesa em que ficamos tinha o tampo cravado de tampinhas (ou champinhas, como diria meu vô) de cerveja Klein.

Tivemos que pagar dois reais de entrada. Não sei se é todo dia, mas quem que cobra DOIS reais de entrada??
Deve ser porque era dia de futebol na TV, então os dois reais devem ser por causa do pay-per-view … Pode isso, Arnaldo? Pode isso, Anatel?

Enfim, o que nos interessa é que tem umas 10 opções de hambúrgueres, divididos em Premium e Classics. Tá certo que muda muito pouco entre um e outro, mas tudo bem, tem lugares que não tem nem tem três opções.

_MG_0029

O sanduba, como estamos vendo na foto, chama Kaes Especial, e chega pra gente aberto, bonito, analisável, aí cabe a você fechar o bicho e botar para dentro.

Uma das primeiras coisas que chamam atenção, logo em cima, são os cubinhos de bacon, fica bonito visto assim com o pão aberto, mas ao fechar eles meio que desaparecem, quase não são sentidos, percebi mesmo os que caíram e comi separadamente. Bacon em tiras seria melhor, sempre é.

Pãozão, no aumentativo mesmo porque o pão é grande. A base dele deve ter quase uns três dedos de altura. É o pão tradicional de X-salada de lanchonete, de leite, grande, com gergelins que vão se desprendendo e ficando pelo caminho.

Agora, uma coisa perturbadora, e logo a segunda coisa que reparei. Presunto. Colocar presunto e queijo num sanduíche dito premium? Não, né! Isso é coisa de X-salada que a gente come nos Chinas do centro. Colocou a alcunha de premium, a expectativa sobe e aí que o Kaes cai na própria armadilha.
Ainda não estamos nesse ponto de transformar o tosco, o old school, em hype. Tem que esperar passar um pouco mais a moda dos hambúrgueres chics para fazer um Origins desses.
Fora que o queijo nem vi direito por estar embrulhado no presunto e não em cima da carne onde é seu lugar.

A carne, tem 90 gramas, segundo o cardápio, quando li achei que seria bem pouca carne, mas surpreendentemente é um hamburguinho bem razoável. Já vi por aí dizerem que tem 120g e não era maior que esse. Alguém está errando a mão.
Com belas marcas de grelha, tipo de comercial, com um tempero verdinho caseiro, bem passada por fora, e quase bem passado por dentro mas sem perder a umidade, a carne é uma das coisas boas desse sanduíche.

Devia ter pedido sem o barbecue, as vezes esqueço as minhas próprias regras, e uma delas é: sem barbecue. Já disse aqui em outros posts que acho que barbecue contamina tudo, tudo fica com aquele gosto de fumaça adocicada (um lance meio narguile), e pra mim perde muito a graça da brincadeira se tudo fica só com esse gosto.
Minha teoria é que os molhos (maionese não entra nessa) tem que ser servidos à parte. A não ser que seja um molho especial que faça parte da poção mágica que é um hambúrguer premium, gourmet, prime, especial ou outro nome desses.
Se não, faz como vi dia desses no JPL, coloca só um pouco no pão e manda mais num potinho. Simples, né. Se você quiser se entupir de molho fica a vontade, mas se não quiser, deixe estar.

Depois de tudo isso, tem a salada de alface, fresca e crocante, além da rodela quase imperceptível de tomate que repousava tranquilamente na em sua king size que era a metade de baixo do pão.
Acompanha molho/maionese de cebola, alho e verdinho,(num potinho extra). Meio mais ou menos esse molho verde, o melhor da cidade ainda é o do Mister Dog.

O acompanhamento de batatas foi surpreendente e também foi das primeiras coisas que chamaram a nossa atenção, ainda na mão do garçom. São batatas chips, até aí tudo bem, se não fossem chips tipo salgadinho industrializado que você compra no mercado. Vem meio saco de Yokitos ou outra “batata” dessas lisas, assadas ou fritas. Bem estranho e bem meia boca… mas comi as minhas e as do segundo hambúrguer do Yuri que vocês vão ver aqui semana que vem.

Embora não seja dos maiores, sustentou até umas hora, jão! O que é bem bom para um hambúrguer de 90g e menos de 10 reais.

Ficha técnica:

Kaes Especial

Ingredientes:  “Pão especial, maionese, hambúrguer 90g, queijo, presunto, alface, tomate, cebola, bacon e barbecue.”

Preço: R$9,50 + Coca-Cola lata R$3,50 e R$2 de entrada. R$15,00

Ponto alto: Preço camarada, carne boa, sustenta…

Ponto baixo: Cobrar entrada, batatas chips de mercado, presunto.

Avaliação: C-

O Kaes Bar fica na Rua Doutor Manoel Pedro, 715, no Cabral. Funciona de segunda à quinta 18h-00h. Sexta e sábado 18h-02h. (41)3253-3997.

 
Deixe o seu comentário

Publicado por em 04/05/2013 em Uncategorized

 

Etiquetas: , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , ,