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Hamburgueria Água Verde – Tradicional Duplo Bacon

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Mais uma semana e estamos aqui trazendo mais uma dica de hambúrguer dessa cidade que parece uma velha maluca, mas conservadora, de 321 anos.

Voltamos ao bairro do Água Verde, será que também vão querer falar Água Verde Soho? Meu bairro já falei que quero que chamem de Rebouças Leblon. Obrigado.

Hoje não vai ter muita firula mas vai ser mais ilustrado.

Chegamos e logo ao entrar já deu pra sentir um cheiro bom de carne, na brasa, mora?
Espaço amplo, aberto, com várias mesas e essa bandeirola tipo um banner com uma bandeira do Brasil que se funde com uma dos EUA (Por quê!?)
Nas laterais tem grades vermelhas com floreiras e com aquelas paradas de plástico transparente que da para baixar quando faz frio, tipo tem no Costelão da Chile e em outros lugares que são abertos. O áudio do local era o da televisão, que passava um festival com algumas bandas que nunca vi, mas depois teve o Sting, com Every Breath You Take, e o Eric Clapton (que não quero colocar nenhuma música).

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São mais ou menos 10 opções de sanduíches, sendo uma vegetariana que pra gente nem conta, só consta, e duas opções com dois hambúrgueres.
Foi numa dupla carne dessas que fui.

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O pão é afrancesado e com gergelim. Grande, bem grande, à primeira vista ele esconde todo o recheio e achei que não seria dos melhores, mas ele é bem bom. Muito leve e macio, com uma casquinha que quebra mas que não vira uma farpa. Ainda não tinha visto um pão desses nessa nossa andança por aí. Ponto positivo.

Agora o pulo do gato, mas fiquem atentos.

O pão não deixa ver tudo que tem dentro, e os dois hambúrgueres são bastante coisa.

A carne não estava tanto no ponto como foi ofertado e como foi pedido. Não estava no ponto para o mal, como pedimos, com aquele rosado, mas sim do ponto para o bem passado. Tudo bem, não foi nenhum problema, acho que até foi uma salvação, porque com essa quantidade de carne iria escorrer litros de sucos caso estivesse mal passada.
São mais de 300g de carne. Que abundância, meu irmão!
Surpreendentemente fica muito tranquilo mastigar tudo isso, a carne é bem macia e saborosa.
Mesmo grelhada na brasa, não tem gostão de fumaça. Toda essa carne é o ponto alto do sanduíche, deixa a gente feliz e faz inveja em quem pegou só um hambúrguer.

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#DicaGoodBurgerParaMarombada. Toda essa carne deve ter as proteínas de um scoop de Carnivor… mas também deve ter uns 30% de gordura que você vai ter que queimar na esteira.

Agora olho no laaancê! O nome do sanduíche é Tradicional Duplo Bacon. Tem que ficar ligado que não é o bacon que é duplo como o nome sugere. Na verdade é um Tradicional Duplo com Bacon. São duas carnes, dois queijos , mas só um bacon. Rá! ié, ié!
Acho que nem foi malandragem dos caras, mas que induz ao erro, induz!

O Bacon fica só no topo, embaixo do pão. É uma tira boa e larga que ajuda a salgar mais ainda a coisa toda, mas tive que tirar o topo do pão e pegar com a mão, um pedaço avulso, para poder degustar direito essa parte tão venerada do porco. Se não for comer assim, o bacon some e não da nem pro gosto, literalmente.
Para falar a real, se for pegar um duplo, eu recomendo nem pegar o com bacon porque ele quase some, talvez não sumisse se fosse duplo bacon, hã? hã?!
Se não for pra sentir direito o bacon é melhor economizar  dois reais. Sou muquirana,  dois reais para quem é falido faz diferença. Dá pra jogar na mega-sena.

Eles te dão a opção de escolher o queijo: mussarela ou cheddar.
A mussarela já tá meio ultrapassada nesse lance de hambúrguer, é muito leve e aí nego coloca uma fatia só, nem da para o cheiro. Perde bastante para o cheddar de fatia. E nesse caso é o de fatia mesmo e não aquele meio tosco, em pasta, que é só funciona no cachorro quente.
O cheddar é mais cremoso, mais saboroso mesmo, e  acho que da uma liga maior e melhor se comparado à mussarela. Mas as duas fatias, uma para cada carne, acabaram sendo desintegradas e absorvidas pelo buraco negro do bolo de carne. Deu para aproveitar os pedacinhos que ficaram nas laterais.

Tem um tomate fininho, que quase passa despercebido debaixo da alface. Tem também uma cebola puxada no azeite. Quem diria, eu falando sobre cebola! Mas ela dá uma murchada e perde a crocância. Agora não sei o que seria melhor: ela mais crocante e com o gosto mais acentuado ou assim suavizada.
Também tinha picles, mas picles é um lance de americano que aqui não cola. Não gosto de coisas agridoces então pedi sem.

Não acompanha batata frita. O hambúrguer vem num prato pequeno de propósito, para caber apenas o sanduíche mesmo. Uma verdadeira lástima.

É um dos que eu quero comer de novo?
É!

Ficha técnica:
Tradicional Duplo Bacon

Ingredientes: “Dois saborosos hambugueres de 160g, grelhados na brasa, bacon, queijo mussarela ou cheddar, maionese, picles, tomate, cebola e alface”.

Preço: R$16,90 (o mais caro do cardápio) + Água Crystal 500ml R$3,00.

Ponto alto: O pão, a carne, muita carne boa e o preço.

Ponto baixo: Já que é duplo bacon poderia ter dois bacons e, claro, não acompanhar batatas fritas é um tremendo vacilo.

Avaliação: B

A Hamburgueria Água Verde fica na Avenida Dos Estados, 630. No bairro Água Verde, claro. Não sei os dias e horários de funcionamento, se virem. Fone: (41) 3013-7177.

 
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Publicado por em 04/04/2014 em Uncategorized

 

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Hamburgueria Rústica – Ervas Finas

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Uma coisa rústica também pode interpretada como algo tosco, meio mal feito, mas nesse caso é só sem frescura,caseiro, mateiro mesmo.
A Hamburgueria Rústica parece casa de vó do interior, cheia de coisas, vários detalhes. Tem uma parede que fizeram como se fosse a frente de uma casa colona. Tem cerquinha branca, janela, flores e tudo mais. Para deixar mais real, tem dois dogs de rua, “muito gente boa”, que devem viver por ali. Dei uma batata que caiu no chão e eles ficaram felizões pulando em mim e balançando o rabo.
Dentro é como se fosse uma cozinha. De um lado tem um armário amarelo (na casa da minha vó tinha um igual, rolou um sentimento), do outro lado, no outro ambiente, tem um fogão e uma geladeira, ambos vermelhos. Em cima da geladeira tem até um filtro d’água, cesto com ovos e coisas do tipo. Entre isso tudo algumas mesas com azulejos coloridos no tampo.

É meio que um contraponto aos lugares mimimis de hambúrgueres gourmets e toda essa afetação supervalorizada que rolou com os hambúrgueres nos últimos tempos.
É o simples em sua complexidade … estou escrevendo tipo o Yuri agora (risos).
Eles fazem parecer que o hambúrguer é um prato típico interiorano brasileiro e não um junk food  de massa como é nos EUA, por exemplo. É uma outra vibe.
Mesmo tendo ingredientes que sua vó não usaria, como cheddar, ervas finas, molho bechamel, mostarda e mel, onion rings, tem um lance meio caseiro além da decoração.

No cardápio tem nove opções de hambúrgueres, mas eles ainda te dão mais três extras, como nos explicou Patrick, o menor aprendiz, em seu primeiro ou segundo dia de trabalho. Patrick agora vai pagar seus próprios jogos de PS3 e aprender a dureza da vida, o trabalho. A morte da infância.

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Quando chega na mesa você já percebe que é uma puta carne, eles ainda dão a opção de você escolher o ponto. E além disso, acreditem, acertam o ponto!  Coisa difícil de se ver por aí, infelizmente.
São uns dois dedos de carne, umas 200g de vaca triturada e temperada, que como eu pedi, veio no ponto, rosada e suculenta por dentro. Magistral.
Numa combinação extremamente feliz, o molho de ervas finas complementa o tempero da carne. O molho na verdade é maionese com alguns verdinhos que chuto serem orégano, alecrim (porque tem gosto de tempero de carneiro) e mas alguma coisa. Parada simples mas bem eficiente.
Do hambúrguer e a maionese do molho, “todo mundo diz que ele completa ela e vice-versa.
Que nem feijão com arroz”. É mais ou menos essa e relação de cumplicidade entre eles.

São duas fatias de queijo processado. Duas!
Lugar que fica vacilando e regulando com uma fatiazinha só, se liga na dica Quem pensar pequenininho, tio, vai morrer sem. Na Hamburgueria Rústica é sem muita economia, é tipo feito por vó que quer agradar a molecada com o suficiente pra satisfazer.

A salada. Tem alface numa quantidade considerável, ela é cuidadosamente colocada enrolada e presa entre a carne e o pão. Essa enrolada, tipo em um maço, da uma crocância bem agradável. E uma vez que tudo que é crocante é gostoso, ponto pra salada.

Só pra dar uma reclamada pra não perder o hábito. O pão, que você pode escolher entre o francês e o de leite, nenhum dos dois é produzido por eles, é um pão bem normal, sem nada de mais. Provavelmente o item mais fraco do conjunto.
Peguei o francês, redondo, não tinha casquinha fininha quebrando, ele é mais grosso, racha e quebra de uma vez. Perto do fim já estava tudo meio lambuzado e escorregadio, fiquei com um terço do pão na mão e a carne caiu no prato com o resto do recheio.   :/

Acompanha uma boa porção de batatas fritas, normais, era de se esperar e seria melhor se fossem batatas rústicas. Hã? hã? Entenderam né, Hamburgueria Rústica, batatas rústicas. Mas eram batatas normais, dessas tipo congeladas. Estavam sequinhas, boas, mas normais. Acompanha um potinho do molho que vem no hambúrguer.  Quase que não precisa do potinho de molho, quando você vai comendo vai pingando sucos da carne, molho, tudo, em cima das batatas que já ficam “temperadas” e prontas.

Para fechar, tinha uma promoção. Se pedisse um hambúrguer e fizesse um check in no facebook (fiz no foursquare) ganha um brigadeiro de colher. Feito na hora, quentinho ainda, caiu bem. Fazia tempo que não ganhava um mimo desses pra fechar uma noite fria curitibana.
Esse foi um daqueles hambúrgueres que te dão um sorriso, assim como as coisas boas da vida deveriam ser, fácil.

Sem provações, sem sofrimento, só o coração enternecido.

Um dia um professor, ou filósofo, ou as duas coisas, numa entrevista no Jô (eu assisto esse gordo xarope, durmo tarde) disse, lá pelas tantas, que felicidade são os momentos que não queremos que acabe. Eu posso dizer que também busco na vida esses pequenos momentos, momentos em que se tem que parar, contemplar e pensar: “Caraaaalho, olha isso!”.
Podem ser coisas grandes ou pequenas, é assim quando se vê o Coliseu, em Roma, com o Last of Us no videogame, com a garota bonita que escolheu dormir nua ao seu lado. . .
No caso de hoje minha felicidade foi o Ervas Finas, lá pela metade do sanduíche, com a cara toda suja de molho, eu queria pedir outro para prolongar esse momento. Mas não, não sou digno de muita alegria e a vontade de querer mais é que faz a gente continuar nessa vida.

Curtam o momento porque ele acaba rápido.

Ficha técnica:

Ervas Finas

Ingredientes: “Pão, hambúrguer suculento, queijo, alface e um suave molho de ervas finas.”

Preço: R$13,30 mais uma água Ouro Fino de 350ml, R$2,50 (porque a gente tem que tomar pelo menos dois litros d’água, amiguinhos). Ficou R$15,80.

Ponto alto: Preço, lugar legal, carne e molho … quase tudo.

Ponto baixo: A lonjura do lugar … e o pão, pra não dizer que não reclamei de alguma coisa.

Avaliação: A

A Hamburgueria Rústica fica na Rua Fredolin Wolf, 325. Não sei nenhum ponto de referência, não conheço aqueles lados. Funciona de quarta a sexta das 18h às 22:30h e finais de semana das 13h às 22:30h. Fone: (41) 8857-7438.

 
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Publicado por em 03/14/2014 em Uncategorized

 

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Gold Skull – Hell Bells

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Post 68, ano 3. É Good Burger no ar filha da puta, pá pá pá!
E assim começa mais um ano de hambúrgueres e sofisticação nesse nosso espaço de requinte gourmet na internet. Sem esquecer aquele toque pessoal de educação oriunda de pais ausentes e ensino médio em escola pública que dá todo um charme.

Comecei com Rap, mas o post é do ROCK! Quem inaugura o terceiro ano de blog é o Hell Bells do Gold Skull.

O lugar tem o slogan, “O hamburguer mais rock and roll de Curitiba”, seja lá o que isso queira dizer. Acho que pode ser meio ruim porque o rock é uma parada meio tosca. Sempre digo que a galera do rock é a melhor galera, especialmente a do metal, são os moleques exagerados nos braceletes, engraçados, feios e cabaços. Me identifico.

Por fora o lugar parece um Subway: tem janela grande e é de tijolinhos claros. Só que tem o desenho da caveira pra mostrar que não é um Subway, ou que pelo menos é um Subway ocupado por roqueiros.
Entramos e já estava tocando um metalzão, depois emendaram várias do Iron Maiden. Nas mesas tem caveiras de gesso pintadas de dourado, claro, com números para marcar as mesas. Na televisão estava passando aquele Drácula de Bram Stoker, numa qualidade bem boa, devia ser blu-ray (reparo nessas cosias).
Como não simpatizar com um lugar assim?

Usando como medida de tempo a música Rime Of The Ancient Mariner, da pra dizer que o hambúrguer levou quase 20 minutos para ficar pronto, porque tocou essa musica, que tem uns 13min. e mais uma ou duas também do Iron. Um pouco demorado.

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O prato tem uma apresentação simples, mas eficiente. Vem salpicado com uma infinidade de pedacinhos picados de cebolinha, dois potinhos com molho, maionese temperada e ketchup, mais três lascas de batatas rústicas.

Os nomes dos hambúrgueres são legais, tem o Paranoid, o  Hell Bells, o Seek & Destroy, até o War Pigs (que vai ser o post da semana que vem). Pra quem não se ligou, clique nos nomes e saberão a origem das escolhas. É o Good Burger hiperlink, web3.0 e o caralho a quatro facilitando sua vida.

No cardápio constava só hambúrguer e cheddar.
Pasmem vocês, tá, vocês não iriam pasmar porque são mais espertos que eu, mas eu fiquei surpreso ao ver a quantidade de cebola, que no cardápio não dizia acompanhar mas eu devia ter me ligado que quando tem cheddar a cebola é meio implícita. “Porra!  …vinte anos de curso, porra!”
Mas lá estava a dupla, pra mim não muito dinâmica, Cheddar & Cebola Caramelizada. Vocês achando que eu tinha me fodido por causa da cebola doce que já reclamei aqui outras vezes. Digo-vos que nem me fodi, elas não estavam doces, arrá! E parte da salvação do sanduba vem das cebolas, elas, com uma mãozinha da alface e da maionese.

A carne é de bom tamanho, parece de boa qualidade e tal, mas achei salgada, talvez por eu estar comendo cada vez menos sal. Mas até aí beleza, o negócio é pra ser salgado mesmo, o problema é que passou do ponto e estava rija. Bem passada, escurona mesmo, e dura. Aí não rola, aí foi que o barraco desabou, nessa que o meu barco se perdeu … opa, vou apanhar dos roqueiros, mas ainda assim, foi nessa que a nota caiu.
A carne sem os sucos só não ficou tão problemática por causa dos molhos da cebola, da maionese, e até do cheddar que salvaram a pátria das caveiras douradas.

Caveiras douradas é uma parada meio Glam, né!?

Tem um alface ralado disfarçado, você não o vê, mas ele está lá. Sua mãe iria gostar, você come salada e nem percebe, aliás, comer salada sem ver e sem sentir não é o ideal pra vida?

O pão é um pão estrela que estava muito macio.  Pão estrela é um pão do tipo francês mas com uns gomos, que às vezes em sanduíches vira um problema porque os gomos vão se desprendendo e aí desmonta tudo.
Esse não desmontou, talvez pelo pão não estar tão sequinho e quebradiço, não tão fresquinho, mas estava do jeito que gosto e mesmo com os molhos e saladas (cebola conta como salada?), segurou bem.

Outro ponto negativo é que tinha bem pouco cheddar, cheddar em pasta, daquele laranja clarinho que vocês compram pra fazer nachos na casa dos amigos. Mas só deu pra perceber o pouco do queijo processado que ficou meio por acaso nas bordas do pão. No cardápio falava só carne e cheddar, era de se esperar bastante, pelo menos eu fiquei esperando.

Acompanha uns três pedaços grandes de batata rústica, ou seja, batata cortada em lascas grandes, gordas, fritas e com um suave tempero que não consegui identificar. No potinho com maionese que vem junto do lanche também tem um tempero, bem provável que seja o mesmo tempero que não identifiquei no tubérculo.
A batata com essa maionese ficou muito bom, até queria um pedaço de gordice… mas não tinha, já era game over para o sino do inferno que retumbava no meu estômago.

Semana que vem tem mais, amiguinhos.
Cause Im back! Im back in black!

Ficha técnica:

Hell Bells

Ingredientes: “Hamburguer de carne com cheddar – Todos os pratos vem acompanhados com batatas rústicas e molhos especiais.”

Preço: R$14,00 mais uma água Timbu 500ml, R$2,50 (porque agora sou mais ou menos saudável).  ficou R$16,50.

Ponto alto: O lugar/trilha sonora, apresentação, sustância, preço e a batata com maionese.

Ponto baixo: Carne rija e bem passada, bem pouco cheddar, não avisar no cardápio sobre as cebolas.

Avaliação: B-

O Gold Skull fica na Rua Augusto Stellfeld, 332, esquina com a Alameda Cabral, no centro. Não achei a informação dos dias que funciona e nem telefone, só achei que abre as 15h.

 
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Publicado por em 02/21/2014 em Uncategorized

 

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O GiraMundo – Hambúrguer

Giramundo

A verdade é que é Natal. É fim do ano. Ninguém mais quer saber de hambúrguer. Todo mundo agora quer saber de peru, Chester®, ave navidad, lombo, arroz com passas, tender com pêssego em caldas, nozes, avelã, panetone, chocotone, bacalhau, rabanada, Roberto Carlos, mega-sena da virada, engarrafamento, caixas de cerveja, garrafas de espumante, toalhas de mesa vermelhas, calça branca e sandália, balões dourados, casa na praia alugada, abraçar pessoas suadas, piadas de pavê, retrospectiva, show da Ivete Sangalo, amigo secreto, presente genérico do Boticário, primos menores, primos maiores, parentes mais ricos do que você, Esqueceram de Mim e papai noel da Coca-Cola. Mesmo assim vamos falar de mais um hambúrguer antes de 2013 virar uma página na história mundial.

O Giramundo Café é um café simpático e discreto no Água Verde que, por alguma razão, faz muita propaganda de seu hambúrguer nas redes sociais. Foi por causa dessas propagandas que a gente resolveu ir lá experimentar. Mas não acho que seja para tanta propaganda não. O tal hambúrguer, batizado criativamente de “Hambúrguer”, oferece como diferencial um pão de cerveja com hambúrguer, queijo, maionese e picles, segundo o cardápio. O que o cardápio se esquece de mencionar é que ele é um hambúrguer para pessoas muito, muito pequenas, e que não estão com muita fome. Seu tamanho diminuto explicita a ideia.

Giramundo

Vamos começar pelos problemas. O maior deles, se é que existe alguma coisa grande aqui, é o pão, que tem o miolo miseravelmente cru. Estava duvidando no começo mas tirei um pedaço de dentro dele para ver e realmente a massa ainda estava em formação. Isso o torna incrivelmente duro e extremamente pesado (não era esse o nome de um livro do Jonathan Safran Foer?), o que torna qualquer esforço para arrancar um pedaço dele um desafio ao poder de oclusão da mandíbula e de qualquer pedaço ingerido uma carga submarina que aterrissa com toda força no fundo do jejuno-ílio. Em todos esses anos resenhando hambúrgueres isso nunca tinha me acontecido antes. Seria melhor ter comprado um pão industrial da padaria, oras. Não gosto de pagar (caro) para comer pão meio cru.

O segundo problema é a carne que, embora bem temperada, tem apenas isso a seu favor: o tempero, o que esconde uma carne mal executada e possivelmente (no sentido de possibilidade, não de probabilidade) de quinta categoria. O fato dela ser maior do que o pão pode impressionar na foto, só se você lembrar que a área do pão não deve passar dos 5 πcm². Não é das melhores lembranças que eu tenho.

A favor aqui temos o queijo, que é farto e realmente saboroso, e a maionese, que serve para dar aquela lubrificada na máquina engendrada de qualquer hambúrguer com falhas no percurso. Mesmo assim, não dá pra dizer que sejam pontos altos em seu valor absoluto, já que aí o mérito é simplesmente não ter feito nada de errado – algo que se espera de um hambúrguer requintado e caro como anunciado no Facebook. Enfim, o queijo e a maionese são como o baixo e a bateria do Jota Quest: Salva parte da obra, mas é impossível salvar todo o conjunto.

E, claro, temos as batatas chips que, se não se destacam pela lembrança inesquecível de batatas deliciosas, ao menos fazem bem seu papel de coadjuvante oferecendo uma opção mais leve do tubérculo nosso de cada dia. Sinceramente, das batatas chips que já comi na vida, essa está entre as boas, mas batata chip nunca é um troço muito impressionante quanto uma batata belga frita da maneira adequada (embora o processo de produção seja tão difícil quanto). Ela vem ainda com um molhinho, que ou é um barbecue muito fino, ou um ketchup muito estragado. Prefiro acreditar que se trate da primeira opção, mas não curti o gosto de qualquer forma, então deixei de lado.

No fim, o Hamburguer do Giramundo é mais um dos que chega na esteira da popularização do hambúrguer gourmet, um arrivista que não se defende quando confrontado friamente. E na moral, amigo, por 16 reais você consegue coisa bem melhor nessa cidade. Mas BEM melhor.

Ficha técnica:

Hambúrguer

Ingredientes: “Hambúrguer caseiro com queijo mussarela, picles de pepino e maionese no pão de cerveja. Acompanha batatas chips.”

Preço: R$16,00 mais uma coca-cola lata de R$4,00(!) ficou R$20,00.

Ponto alto: Queijo farto e maionese boa. Batatas chips boas também, pra quem curte.

Ponto baixo: Pão com miolo cru, carne mal executada, relação custo/benefício e ketchup meio esquisito.

Avaliação: D+

O GiraMundo Café fica na Rua Santa Catarina,456, no Água Verde. Funciona de Terça à Sábado das 15h-22h e Domingo 15h-20h. (41) 3205-0437.

 
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Publicado por em 12/20/2013 em Uncategorized

 

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O GiraMundo – Hambúrguer Especial

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Fim de ano chegando, a última correria, uns dias de folga entre natal e ano novo e até férias para alguns não esquecerem de como a vida real deveria ser. E férias lembra o que?!
Tempo de viajar, sair por aí, relaxar, cair em roubadas, rodar pelo mundo ou pelo bairro, conhecer lugares novos ou rever os que gostamos. Encontrar gente diferente, novos cheiros e sabores  também, e foi numa dessas que fomos parar em um café recém aberto em Curitiba que tem essa vibe.

E se tem coisa que a gente gosta tanto quanto hambúrguer é viajar.

Tem aquela frase muito compartilhada no face em tempos de férias, do Mario Quintana, “Viajar é mudar a roupa da alma”. Pela minha pouca experiência posso falar que quando a gente viaja, principalmente se for um período meio longo, acaba virando outra pessoa enquanto descobre o seu destino (destino sina e destino local de chegada). Quando voltamos, é a nova pessoa que está de volta, é você um pouco mais evoluído com as experiências da viagem…  mas aí o tempo passa e a gente tem que cuidar para não voltar a ser o antigo eu. No meu caso um implicante deprimido.
Sobre a frase do Quintana, prefiro dizer que muda a vida mesmo, sou um racionalista, ateu desalmado, mas muito consciente da vida aqui e agora. Recomendo para todo mundo viajar, ainda mais se estiver meio fodido ou perdido na vida, aí é algo quase obrigatório. Melhor que gastar dinheiro com terapia ou antidepressivo, você vai se entender melhor, entender um pouco das diferenças do mundo e a vida, on the road.
Seja um viajante e não um turista.

Bora falar de lanche?!

No água verde, bairro que não passamos desde o Mister Dog e a melhor maionese verde da cidade, encontramos o “O GiraMundo”.

O lugar é uma casa transformada em café, numa vibe meio hostel. Tem uma máquina de café que por fora lembra a traseira de um cadillac vermelho, que lembra meus planos de pegar aquelas longas retas da Route 66 num conversível ouvindo um Rancid, carregando armas e dinheiro, acompanhado de uma garota de bikini com cabelos ao vento ou um chimpanzé com roupas de gente.(férias é pra sonhar, galera!).
No café também tinha um robô gigante climatizador, coisa que precisa numa Curitiba com clima de deserto, 30° de tarde e 10° à noite. Mas um cara chegou e levou ele embora.
Na parede pintada de verde tem uma lista dessas cervejas especiais escritas em giz, além de camisetas e outros souvenirs ao lado do balcão, as outras paredes são laranja e marrom, um lance meio Irish cervejeiro.
São só cinco mesas, todas são de madeira e lisinhas (gosto de passar a mão em coisas lisas como mesas, capas de livros, pessoas…), mas em uma tem cadeiras estofadas e uma cadeira dupla, cabe um casal na mesma cadeira ou um gordo confortável.
Isso tudo embalado por som ambiente de rock/blues e vídeos de surf na tv.

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A primeira impressão é: “Que pequenininho!”
A segunda é: “Quanto queijo, que legal!”
A terceira e já na primeira mordida: “Que pão lazarento.”

Já vou começar pelo ponto negativo, o pão não sei o que de cerveja.
Legal inovar e tentar uma coisa diferente, dar uma cara própria às coisas, mas não é sempre que dá certo, né?! Esse foi um caso que não deu. Talvez manter no arroz com feijão dos pães de hambúrguer funcionaria melhor.
Esse pão de cerveja ficou massudo, pesado, borrachudo, a fermentação dos levedos não rolou direito e a massa também estava um pouco crua no meio. E com farinha por cima. Farinha por cima é foda, gruda tudo nos dedos, na barba… mas isso é frescura minha, o resto não é.
Chegou uma hora que desisti e comecei a comer apenas o recheio, depois voltei à tampa do pão só para cumprir tabela e não desperdiçar nada.

O recheio é simples e do jeito que tem que ser, só o básico e o gostoso. Carne, bacon, queijo e maionese (tinha cebola caramelizada, mas quem acompanha isso aqui e leu o último post já se liga que pedi sem). A maionese parece ser boa mas se perde no pão grosso.

O queijo é uma beleza, enche os olhos e logo de cara se percebe que esses caras são dos meus, não ficam regulando e colocando só aquela única fatiazinha de queijo. Aqui o negócio quase embrulha a carne, é uma camada grossa e salgada de cheddar. Ponto bem positivo.

A carne tem aquele tempero dito caseiro de sal, cebola e um verdinho (verdinho pra mim é todo qualquer tempero verde, não sei o nome dessas paradas).Tem um tamanho legal ou pelo menos suficiente. Quanto ao ponto, estava quase lá, um pouco seca, mas nem se tratava tanto do ponto, acho que um pouco mais de gordura na carne deixaria mais suculenta, gostosa e menos fibrosa.

Em cima da carne, o queijo, em cima do queijo o bacon.  Generosa fatia de bacon cortado em tira e umas lascas grandes que dão consistência e um pouco mais de sal e sabor ao morder. Na foto aparece bem a parte da gordura, mas ele tinha uma boa carninha também.

Acompanha batatas chips, fininhas, bem sequinhas e crocantes. Um potinho de molho adocicado com gosto de fumaça, barbecue.(sem essa de cobrar extra por um potinho de molho como uns lugares sem vergonhas fazem).
O refri é servido num tipo de taça de vinho, gosto de copos diferentes mesmo para tomar refrigerante.

Surpreendentemente o bicho tem um fator sustância bom, deve ser por conta do pão pesado.

No final o cara fez a conta de cabeça no papel, no melhor estilo do finado seu Zé e o Alvaro do Montesquieu.

Para fechar, uma dica natalina e não hamburguística. Uma fatia de chocotone, doce de leite e outra fatia de chocotone. De nada!

Semana que vem tem mais um post novo do Yuri. Eu vou ficando por aqui. Até janeiro.

See you mothafuckers, ho-ho-ho!!

Ficha técnica:

Hambúrguer Especial

Ingredientes: “Hambúrguer caseiro com queijo cheddar, fatias de bacon, cebola caramelizada e maionese no pão de cerveja. Acompanha batatas chips.”

Preço: R$18,00 mais uma coca-cola lata de R$4,00(!) ficou R$22,00.

Ponto alto: A quantidade do queijo e o bacon bem servido.

Ponto baixo: Definitivamente, o pão não agradou.

Avaliação: C+

O GiraMundo Café fica na Rua Santa Catarina,456, no Água Verde. Funciona de Terça à Sábado das 15h-22h e Domingo 15h-20h. (41) 3205-0437. Fica ao lado de um boteco de tiozinho, daqueles todo amarelo da skol.

 
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Publicado por em 12/13/2013 em Uncategorized

 

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Atelier Bistrô & Bar – ABBURGUER

atelierbistro Desde que voltamos de férias a nossa empreitada em busca dos melhores hambúrgueres tem andado difícil. Tá tudo muito meia boca. Eu sempre chego num lugar com expectativa, pensando “me surpreenda, puto!

O Atelier Bistrô & Bar é um lugar de/para bacana, daqueles que eu nunca entraria se não fosse para levar e tentar impressionar uma garota. Embora não seja tão cheio de nove horas, é um lugar bem batel. No lado de fora tem umas mesas, uns matos que sobem pela parede, dentro tem luminárias em forma de lâmpada que descem do teto até próximo das mesas. Bonito, mas não ilumina muito. Numa das paredes tinha um desenho em giz, a parede é tipo um quadro negro, de um jacaré gigante com uma igrejinha em cima da ponta do rabo. Gostei. Nessa noite também tocava música tradicional mexicana, ou cubana, animada, mas ninguém dançava. Não vou falar muito do lugar porque quero falar da comida, afinal, isso é um blog de hambúrguer (embora no começo nunca pareça). Primeiro, lá só tem hambúrguer na quarta-feira. Os caras tiram o dia para preparar as coisas e se dedicar para o negócio como logo mais vamos ver. Uma vez por semana também é uma média boa para comer “porcaria”. Uma vez por semana não mata e não deixa ninguém gordo. _MG_0007__ Dia desses estava ouvindo uns discos no youtube e aí tinha um tal Fu Manchu, que não conhecia, uma capinha com um skatista numa piscina, bem anos 90. Dei play e quando olhei, tinham passado quatro segundos. Foi o suficiente para eu poder falar que aquilo era bom. É isso que a gente busca, um hambúrguer, que nos primeiros segundos, na primeira mordida já seja o suficiente para te arrancar um: “humm, foda!”. Antes do hambúrguer nos foi servido umas cinco fatias de pão e um potinho com manteiga. Um agrado enquanto espera. O couvert.

Começando pela salada, sou do tipo que come a salada pra se livrar e daí começar a festa. O tomate e a alface só vi no começo, lembro da alface ser bem verde, não era americana, mas antes de chegar na metade do sanduíche eles tinham desaparecido. Achei bom comer salada sem nem perceber, é tipo bater a cota e partir para o lucro que ainda viria a ser grande a essa altura. O lucro era uma carne com dois dedos de espessura e que escorria gostosura. Vocês não vão ver mas agora eu fiz um gestual de “poder” com a mão esquerda enquanto pensava no escorrer. É uma carne poderosa. Segundo o cardápio, 180g de fraldinha e entrecôte, mais ou menos como fraldinha e contrafilé. Com uma quantidade bem calculada de gordura, muito bem executado, com uma leve crostinha por fora e ainda rosado no interior. Uma carne saborosa e muito suculenta… e nós sabemos o quanto é bom uma “coisa” molhadinha em nossas mãos.

O ponto negativo que vou colocar aqui não é bem negativo, mas vou falar que é porque eu tenho que reclamar de alguma coisa. Senão, não sou eu. A cebola caramelizada (esqueci de pedir sem), ajudaria em outros lanches secos e sem graça, mas não é o caso desse, aí acaba ficando meio doce. Doce demais para o meu gosto, e tira um pouco a graça de outros ingredientes. É o mesmo caso do barbecue, para mim contamina o gosto das outras coisas e fica tudo com gosto do molho.  Prefiro as nuances e diferenças de sabores. E fica mais doce ainda porque o pão é um brioche levemente adocicado.

O pão é muito bom, aliás. Muito fresco, feito por eles mesmos no dia, e bem macio, grande, cabe tudo dentro, e olha que a carne é grande. São duas partes íntegras, a de baixo bem grossa e a de cima passada um ovo que, depois de assado, dá uma blindada na crosta. Mesmo com bastante, bastante mesmo, molho das cebolas e sucos da carne (devia ter tirado uma foto para mostrar como ficou o prato), o pão não desmanchou, absorveu parte do suco da carne e se manteve firme e forte. Tem bacon opcional, e como alguém podendo escolher sem pagar nada a mais não pegaria bacon? Lógico que eu pedi, era “de graça” e também porque estou em regime de engorda, morram de inveja. Mas nem se animem muito porque o bacon quase some nas cebolas caramelizadas. Vi ele lá, bonito, mas senti mesmo o gosto umas duas vezes só, uma pena porque segundo eles o bacon é defumado, assado e preparado lá mesmo. Se não queimar, como rolou num dos últimos posts, não tem como não ser bom. Minha dica é: pegue sem cebolas caramelizadas e aproveitem os outros sabores, a menos que você goste de comida adocicada. Eu não gosto, pra mim hambúrguer é comida salgada e só salgada.

Nessa onda de um gosto ficar apagado, vamos falar da fatia de cheddar inglês. Cheddar inglês é foda. Frescurada hein, galera! Dá para usar um cheddar bom nacional e colocar mais quantidade. Obrigado, de nada. E também tem uma maionese com verdinho, diz que é pimentão, queria ter sentido melhor, mas você vê como foi passada a maionese no pão e percebe todo o cuidado na preparação do negócio. Legal de ver. As batatas, diferente de tudo que tivemos até agora, muito me agradaram. Não são batatas profissionais, industrializadas e  pré-moldadas, pré-cozidas, pré-fritas, pré-gostosas. São batatas de verdade cortadas fininho e depois fritas parecem ter sido desenhadas por crianças da pré-escola, como o jacaré da parede da entrada. São todas sem formas definidas, cada uma é torta de uma forma única. Sequinhas, algumas mais crocantes, alguma mais molinhas, mas salgadas no ponto e com uns pequenos raminhos de orégano pra fazer um charme e dar um cheirinho gostoso. Já falei aqui no blog em outros posts da minha implicância das batatas que já vem salgadas e o meu medo de ter derrame e ficar zoado por causa de muito sal, mas essas os caras acertaram a mão. Vocês vão falar: ah, mas um lugar caro com essas batatas iguais as da sua mãe que nem sabe fritar batata direito? Sim, é isso mesmo, e achei do caralho! Além de vir numa quantidade legal. É caro para um hambúrguer, deu 32 reais com a coca-cola de 4,50. E a sugestão deles é tomar uma cerveja de 22 reais! Então se você paga 22 reais numa cerveja, bom pra você que é rico e não vai achar que o sanduíche é caro. Mas, para o proletariado, 32 reais é o preço de uma refeição, não que o hambúrguer não sustente como tal. Até vale, mas com essa grana eu almoço dois dias no centro, tomo suco e um sorvete.

Ficha técnica:

ABBURGUER

Ingredientes: “brioche, 180g de fraldinha e entrecôte, cheddar inglês ou creme de gorgonzola, cebola caramelizada, leve maionese de pimentão e o bacon, aos que desejarem, além da batatinha frita para acompanhar”.

Preço: R$25,00 + uma coca lata R$4,50 + 10% = R$32,45

Ponto alto: O preparo, os ingredientes, a carne, as batatas fritas …

Ponto baixo: O preço e, pra mim, a cebola que adocica (meu amor, a-do-cica).

Avaliação: A

O Atelier Bistrô & Bar fica na Alameda Augusto Stellfeld, 1527, no batel.  Tem um celular como contato no facebook, sei lá, liguem aí pra ver (41) 8808-2232. Funciona de terça à sexta 19:00 – 00:30, sábados das 11:45 – 15:30 e 19:00 – 00:30, domingos das 10:00 – 15:30.

 
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Publicado por em 11/22/2013 em Uncategorized

 

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Denver Burger & Grill – Denver Bacon

Denver

Fomos parar no Denver Burger & Grill por causa dessa foto que apareceu um dia no facebook.

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Mas é o Madero?!
Não. É um emulador do Madero. É o Denver.

Depois do Batha com o cardápio que explicitava “igual a cebola do Outback”, e o molho bigméki,  outra surpresa da região do CIC e do 666 Novo Mundo (pra quem não sabe 666 é o número do ônibus da linha Novo Mundo, e número da besta também). Acho engraçado que essa galera não tá nem aí para direito autoral, propriedade intelectual, plágio … na verdade eu também não, eles e os advogados que se entendam. Estou mais interessado em comer e que o negócio seja bom, cópia ou não.

Lá fomos nós para o outro lado da cidade.
Por fora o Denver é meio escuro, por um momento achei que estava fechado por causa do vidro fumê que faz parecer estar com as luzes apagadas, mas não estava.  O lugar parece ser bem novo, tudo arrumadinho ainda, mesas e cadeiras de madeira, o primeiro ambiente logo na entrada é todo em madeira, até teto. Sentamos na parte mais interna por estar mais claro pra fazer as fotos. Essa parte é onde fica o bar, tem um balcão com umas luminárias, várias garrafas de whisky decorando(?) o ambiente.
Nenhuma Jack Daniels, mas isso me lembrou que sinto uma certa vergonha quando vejo você, jovem roqueiro(a), tirando foto segurando garrafa de Jack Daniels como se fosse algo super legal. Parem de ser manés.
Nada de muita frescura no lugar, mas me passou a impressão de ser bem limpo. E isso é bom em um lugar que você vai comer. Que tenham mais lugares assim nos bairros. Descentralizar o poder, valorizar o bairro onde se mora, movimentar e colocar o povo na rua, tudo isso ajuda a inibir um pouco a bandidagem, é bom.
O Denver é um lugar família, até tinha mesmo uma família com criança e tudo, parece que o povo também trabalha em família.

Tocou sertanejo universitário da hora que chegamos até a hora que fomos embora, infelizmente deve ser uma constante do recinto.

O refrigerante é servido em taça, tipo de vinho, gosto de copos diferentes para tomar refrigerante. Em casa tomo em xícara, caneco, copo de requeijão…

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Não sei se é assim ou se hoje tinha acabado o papel que embalam e servem o sanduíche, mas parece que pegaram uma folha do Chamequinho na impressora, forraram com guardanapo e enrolaram as pontas. Funcional, improvisado, inventivo, mas muito estranho! O meu tinha um adesivinho falando que era o Denver Bacon.

Demorou um pouco além do que a gente considera normal ou está acostumado, levou uns 20 min ou mais. Mas a moça que nos atendeu foi bem educada desde a hora que chegamos, até puxou uma cadeira para colocarmos as bolsas, vou dar um desconto.

O pão é um pão francês bolinha. É um pouco seco, bem quebradiço na parte de fora, mas o miolo era macio. Não curto muito pão quebradiço que enche o prato de farelo e cascas partidas. Parece pão que você come em casa com margarina.

Só uma fatia de queijo cheddar processado, aquele que sempre parece um plástico e que nem derrete, só fica mole. Ele quase da uma cremosidade ao morder e mastigar, mas é pouco, uma pena. Sério, tinha que ter duas fatias pra ficar legal, e umas quatro pra ficar loco!

Não sei se a carne é Friboi, mas gostei. Tem seu tempero e tem um bom tamanho, no cardápio diz 200g, é um hambúrguer gordinho. Às vezes, em algumas mordidas, rolava até um gosto de churrasco, de fumaça, e isso é legal. O hambúrguer nem estava tão passado e estava um pouco seco, acho que nem é questão do ponto da carne, mas sim da quantidade de gordura. Mais gordura e ficaria mais suculento, logo, mais gostoso.

Tem também uns pedaços de bacon em tiras, cortado até um pouco grosso, legal de ver. Seria perfeito se não fosse pelo fato do bacon estar bizarramente mal passado de um lado e carbonizado do outro. Estava amargo, com gosto de queimado mesmo. Um pecado fazer isso com o beican.

Tem uma saladinha, inha mesmo.  Devia ter uma rodela e mais e 1/3 de rodela de tomate, algumas partes de alface ralada. Junto tem um pouco de maionese, que se faz necessária devida a falta de sucos vitais da carne, mas assim como quase tudo nesse hambúrguer, poderia vir mais.

Acompanha umas boas e bem douradas batatas fritas.

Como dizem os chatos apreciadores de café, rola um retrogosto de casca de limão com eucalipto da montanha e bibibi … nesse pós lembra o Madero mesmo, algum tempo depois de comer rolou tipo uns refluxos e aí você sente o gosto do sanduíche. Sou meio Homer Simpson, nessa hora, paro e penso: “humm hambúrguer… gostoso…”.

Parece, mas não é um Madero. Embora esteja no caminho ainda tem chão para chegar no Don Vito Durski.

Ficha técnica:

Denver Bacon

Ingredientes: “Hambúrguer com 200g, bacon, queijo cheddar, maionese, tomate, alface, cebola e pão”.

Preço: R$14,80, com uma coca lata ficou R$18,15 (não sei se tem 10%).

Ponto alto: No geral é bom.

Ponto baixo: Bacon queimado, pouca quantidade dos componentes do sanduíche e é pequeno.

Avaliação: C

O Denver Burger & Grill fica na Rua Aleixo Skraba, 144,no Novo Mundo,  do lado de um Mercado. Funciona de  Segunda à Domingo, 18:00 – 00:00. Fone (41)3268-3297

 
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Publicado por em 10/25/2013 em Uncategorized

 

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