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Gold Skull – War Pigs

Gold Skull

E lá vamos nós, amigos. Retorno eu aqui também à temporada 2014 do Good Burger e desde já levanto solene a minha estrofe de mil dedos e faço o juramento: como hambúrguer, famélico, voraz e prazeirosamente. Essa é a minha vida e é disso que vamos continuar falando, baby.

O Gold Skull é a bola da vez. Pra quem não sabe, o estabelecimento fica no recinto onde outrora era o popular Lino’s Bar, o berçário do punk curitibano, até que fechou porque alguém tomou uma facada lá, pelo que me disseram. O que importa é que ainda há vida pulsante naquele lugar da Augusto Stelfeld esquecido por Deus, e para testar se o pulso ainda pulsa, fomos ver que tipo de carne compactada sai do Gold Skull.

O lugar é bem arrumado e de decoração modesta, não chega a ter os exageros do Barba, mas tem umas caveirinhas aqui e acolá. O cardápio aposta no velho porém eficiente clichê de nomes de música para batizar os pratos, e o que eu peguei foi nada menos que War Pigs (link sacana), uma das melhores músicas do Black Sabbath na opinião de qualquer pessoa sensata. O lanche que casou com a canção é um hambúrguer de pernil, com cheddar e bacon. Ora, tamanha concentração suína aliada ao bom e velho queijo do macho britânico dificilmente seria uma combinação desastrosa. Algum tempo depois, veio este prato aqui, bem apresentado pelos potinhos de molho, mas com muito mais salsinha do que um hambúrguer deveria ter no prato.

War Pigs

Afinal de contas, por Deus, é um hambúrguer! Não é uma panqueca, uma madalena que a sua mãe faz ou um tira-gosto genérico decorado com um vegetal ainda mais genérico, é um hambúrguer, e hambúrgueres não deveriam vir com tanta salsinha no prato porque o efeito é desviar a sua atenção gustativa da carne para prestar atenção em tudo o que não é carne. E você come um hambúrguer pra sentir o gosto da carne, não?

Bom, por ordem do que mais me incomodou para o que menos me incomodou no War Pigs do Gold Skull: definitivamente, em primeiro lugar, está a carne. Extremamente bem executada e tão descomedidamente temperada com cominho, a carne era praticamente só cominho. Impossível sentir gosto de outras coisas. E eu sei que essa é uma prerrogativa do Gold Skull, e vou respeitá-los por isso, mas se tem alguém aí buscando conselhos para sua vida nestas mal traçadas linhas, rogo-lhes: não coloquem cominho em nenhum tipo de hambúrguer. Apenas não. O cominho estragou a boa execução do cozinheiro, que deixou a carne no tempo certo no fogo e conservou vários sucos — ou quantos sucos um hambúrguer de pernil é capaz de conservar. Já na terceira mordida eu continuava comendo pela epitimia moral de finalizar um lanche para relatá-lo aqui, mas a minha vontade era pedir uma porção de batata frita e ficar por isso mesmo. Enfim, uma experiência desagradável pra mim.

Depois, vieram as batatas. Sempre é uma surpresa quando alguém decide fazer as batatas de acompanhamento de um jeito diferente da maneira belga, mas acho que aqui houve um desencontro dos conceitos — no caso, do restaurante, que é um lugar rock n roll, decorado com caveiras, e um hambúrguer por demais carimbó, pouco rock n’ roll, com batatas rústicas cozidas e cortadas em nacos muito grandes. A batata, daquele jeito, precisava de um tempero, e acabou ficando com um sabor meio sem graça. Já comi batatas rústicas em muitos lugares, mas o gosto dessa me desagradou um pouco, parecia estar meio velha. Enfim, também terminei por uma questão moral, mas não fá-lo-ia caso necessário não fosse.

Por dentro do sanduíche, o cheddar também era um problema, e não só porque era um cheddar claramente vagabundo, meio escuro e oleoso, como também porque era diferente do cheddar do hambúrguer do Murilo, mais opaco, consistente e de sabor mais acentuado. Fiquei bem chateado de não ter vindo queijo da mesma procedência dos nossos dois lanches, mas, sei lá, questões de estoque e abastecimento não deveriam ter o efeito final que tiveram nesse caso. Não que o meu cheddar fosse um desastre e o dele fosse o melhor do mundo, mas a diferença, sobretudo, incomodou.

Felizmente, nem tudo está perdido, e o Gold Skull provou excelência naquilo que vocês, fetichistas da internet, mais gostam: o bacon. Não só o lanche vinha com bacon farto, como também muito bem fritinho, na medida, nem esturricado e quebradiço, nem mal passado e borrachudo. Apenas… certo. Aliás, uma coisa é certa: eu não sei se o sujeito que prepara a carne é o mesmo que a executa, mas se for a mesma pessoa, eu diria para abandonar a primeira função e ficar só de chapeiro, porque onde falta bom-senso em uma atividade, abunda  a competência na outra.

Por fim, o pão, que por muitas vezes é o começo de nosso comentário. Bom, meu pão simplesmente sucumbiu às dentadas sempre afiadas dos meus caninos. Despedaçado e sem conseguir conter a carne, embolou-se na maçaroca de carne e molho, substratos do que deveria ser um lanche íntegro. Nada que possamos fazer a respeito, contudo.

Resumindo: há uma clara falta de diálogo entre o conceito do bar e o conceito do War Pigs, e é sempre legítimo que um chef faça tal escolha a favor da personalidade do cardápio, mas não posso dizer que seja uma escolha acertada. Hambúrguer de pernil com cominho não foi a ideia mais brilhante da história da humanidade.

Ficha técnica:

War Pigs

Ingredientes: “Hamburguer pernil com bacon – Todos os pratos vem acompanhados com batatas rústicas e molhos especiais.”

Preço: R$18,00 mais uma água Timbu 500ml, R$2,50 (porque agora eu também sou mais ou menos saudável).  ficou R$20,50.

Ponto alto: Apresentação, ambiente e bacon.

Ponto baixo: Carne com cominho, cheddar diferente, batatas meio meh, salsinha em excesso.

Avaliação: D+

O Gold Skull fica na Rua Augusto Stellfeld, 332, esquina com a Alameda Cabral, no centro. Não achei a informação dos dias que funciona e nem telefone, só achei que abre as 15h.

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Publicado por em 02/28/2014 em Uncategorized

 

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Gold Skull – Hell Bells

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Post 68, ano 3. É Good Burger no ar filha da puta, pá pá pá!
E assim começa mais um ano de hambúrgueres e sofisticação nesse nosso espaço de requinte gourmet na internet. Sem esquecer aquele toque pessoal de educação oriunda de pais ausentes e ensino médio em escola pública que dá todo um charme.

Comecei com Rap, mas o post é do ROCK! Quem inaugura o terceiro ano de blog é o Hell Bells do Gold Skull.

O lugar tem o slogan, “O hamburguer mais rock and roll de Curitiba”, seja lá o que isso queira dizer. Acho que pode ser meio ruim porque o rock é uma parada meio tosca. Sempre digo que a galera do rock é a melhor galera, especialmente a do metal, são os moleques exagerados nos braceletes, engraçados, feios e cabaços. Me identifico.

Por fora o lugar parece um Subway: tem janela grande e é de tijolinhos claros. Só que tem o desenho da caveira pra mostrar que não é um Subway, ou que pelo menos é um Subway ocupado por roqueiros.
Entramos e já estava tocando um metalzão, depois emendaram várias do Iron Maiden. Nas mesas tem caveiras de gesso pintadas de dourado, claro, com números para marcar as mesas. Na televisão estava passando aquele Drácula de Bram Stoker, numa qualidade bem boa, devia ser blu-ray (reparo nessas cosias).
Como não simpatizar com um lugar assim?

Usando como medida de tempo a música Rime Of The Ancient Mariner, da pra dizer que o hambúrguer levou quase 20 minutos para ficar pronto, porque tocou essa musica, que tem uns 13min. e mais uma ou duas também do Iron. Um pouco demorado.

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O prato tem uma apresentação simples, mas eficiente. Vem salpicado com uma infinidade de pedacinhos picados de cebolinha, dois potinhos com molho, maionese temperada e ketchup, mais três lascas de batatas rústicas.

Os nomes dos hambúrgueres são legais, tem o Paranoid, o  Hell Bells, o Seek & Destroy, até o War Pigs (que vai ser o post da semana que vem). Pra quem não se ligou, clique nos nomes e saberão a origem das escolhas. É o Good Burger hiperlink, web3.0 e o caralho a quatro facilitando sua vida.

No cardápio constava só hambúrguer e cheddar.
Pasmem vocês, tá, vocês não iriam pasmar porque são mais espertos que eu, mas eu fiquei surpreso ao ver a quantidade de cebola, que no cardápio não dizia acompanhar mas eu devia ter me ligado que quando tem cheddar a cebola é meio implícita. “Porra!  …vinte anos de curso, porra!”
Mas lá estava a dupla, pra mim não muito dinâmica, Cheddar & Cebola Caramelizada. Vocês achando que eu tinha me fodido por causa da cebola doce que já reclamei aqui outras vezes. Digo-vos que nem me fodi, elas não estavam doces, arrá! E parte da salvação do sanduba vem das cebolas, elas, com uma mãozinha da alface e da maionese.

A carne é de bom tamanho, parece de boa qualidade e tal, mas achei salgada, talvez por eu estar comendo cada vez menos sal. Mas até aí beleza, o negócio é pra ser salgado mesmo, o problema é que passou do ponto e estava rija. Bem passada, escurona mesmo, e dura. Aí não rola, aí foi que o barraco desabou, nessa que o meu barco se perdeu … opa, vou apanhar dos roqueiros, mas ainda assim, foi nessa que a nota caiu.
A carne sem os sucos só não ficou tão problemática por causa dos molhos da cebola, da maionese, e até do cheddar que salvaram a pátria das caveiras douradas.

Caveiras douradas é uma parada meio Glam, né!?

Tem um alface ralado disfarçado, você não o vê, mas ele está lá. Sua mãe iria gostar, você come salada e nem percebe, aliás, comer salada sem ver e sem sentir não é o ideal pra vida?

O pão é um pão estrela que estava muito macio.  Pão estrela é um pão do tipo francês mas com uns gomos, que às vezes em sanduíches vira um problema porque os gomos vão se desprendendo e aí desmonta tudo.
Esse não desmontou, talvez pelo pão não estar tão sequinho e quebradiço, não tão fresquinho, mas estava do jeito que gosto e mesmo com os molhos e saladas (cebola conta como salada?), segurou bem.

Outro ponto negativo é que tinha bem pouco cheddar, cheddar em pasta, daquele laranja clarinho que vocês compram pra fazer nachos na casa dos amigos. Mas só deu pra perceber o pouco do queijo processado que ficou meio por acaso nas bordas do pão. No cardápio falava só carne e cheddar, era de se esperar bastante, pelo menos eu fiquei esperando.

Acompanha uns três pedaços grandes de batata rústica, ou seja, batata cortada em lascas grandes, gordas, fritas e com um suave tempero que não consegui identificar. No potinho com maionese que vem junto do lanche também tem um tempero, bem provável que seja o mesmo tempero que não identifiquei no tubérculo.
A batata com essa maionese ficou muito bom, até queria um pedaço de gordice… mas não tinha, já era game over para o sino do inferno que retumbava no meu estômago.

Semana que vem tem mais, amiguinhos.
Cause Im back! Im back in black!

Ficha técnica:

Hell Bells

Ingredientes: “Hamburguer de carne com cheddar – Todos os pratos vem acompanhados com batatas rústicas e molhos especiais.”

Preço: R$14,00 mais uma água Timbu 500ml, R$2,50 (porque agora sou mais ou menos saudável).  ficou R$16,50.

Ponto alto: O lugar/trilha sonora, apresentação, sustância, preço e a batata com maionese.

Ponto baixo: Carne rija e bem passada, bem pouco cheddar, não avisar no cardápio sobre as cebolas.

Avaliação: B-

O Gold Skull fica na Rua Augusto Stellfeld, 332, esquina com a Alameda Cabral, no centro. Não achei a informação dos dias que funciona e nem telefone, só achei que abre as 15h.

 
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Publicado por em 02/21/2014 em Uncategorized

 

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O GiraMundo – Hambúrguer Especial

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Fim de ano chegando, a última correria, uns dias de folga entre natal e ano novo e até férias para alguns não esquecerem de como a vida real deveria ser. E férias lembra o que?!
Tempo de viajar, sair por aí, relaxar, cair em roubadas, rodar pelo mundo ou pelo bairro, conhecer lugares novos ou rever os que gostamos. Encontrar gente diferente, novos cheiros e sabores  também, e foi numa dessas que fomos parar em um café recém aberto em Curitiba que tem essa vibe.

E se tem coisa que a gente gosta tanto quanto hambúrguer é viajar.

Tem aquela frase muito compartilhada no face em tempos de férias, do Mario Quintana, “Viajar é mudar a roupa da alma”. Pela minha pouca experiência posso falar que quando a gente viaja, principalmente se for um período meio longo, acaba virando outra pessoa enquanto descobre o seu destino (destino sina e destino local de chegada). Quando voltamos, é a nova pessoa que está de volta, é você um pouco mais evoluído com as experiências da viagem…  mas aí o tempo passa e a gente tem que cuidar para não voltar a ser o antigo eu. No meu caso um implicante deprimido.
Sobre a frase do Quintana, prefiro dizer que muda a vida mesmo, sou um racionalista, ateu desalmado, mas muito consciente da vida aqui e agora. Recomendo para todo mundo viajar, ainda mais se estiver meio fodido ou perdido na vida, aí é algo quase obrigatório. Melhor que gastar dinheiro com terapia ou antidepressivo, você vai se entender melhor, entender um pouco das diferenças do mundo e a vida, on the road.
Seja um viajante e não um turista.

Bora falar de lanche?!

No água verde, bairro que não passamos desde o Mister Dog e a melhor maionese verde da cidade, encontramos o “O GiraMundo”.

O lugar é uma casa transformada em café, numa vibe meio hostel. Tem uma máquina de café que por fora lembra a traseira de um cadillac vermelho, que lembra meus planos de pegar aquelas longas retas da Route 66 num conversível ouvindo um Rancid, carregando armas e dinheiro, acompanhado de uma garota de bikini com cabelos ao vento ou um chimpanzé com roupas de gente.(férias é pra sonhar, galera!).
No café também tinha um robô gigante climatizador, coisa que precisa numa Curitiba com clima de deserto, 30° de tarde e 10° à noite. Mas um cara chegou e levou ele embora.
Na parede pintada de verde tem uma lista dessas cervejas especiais escritas em giz, além de camisetas e outros souvenirs ao lado do balcão, as outras paredes são laranja e marrom, um lance meio Irish cervejeiro.
São só cinco mesas, todas são de madeira e lisinhas (gosto de passar a mão em coisas lisas como mesas, capas de livros, pessoas…), mas em uma tem cadeiras estofadas e uma cadeira dupla, cabe um casal na mesma cadeira ou um gordo confortável.
Isso tudo embalado por som ambiente de rock/blues e vídeos de surf na tv.

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A primeira impressão é: “Que pequenininho!”
A segunda é: “Quanto queijo, que legal!”
A terceira e já na primeira mordida: “Que pão lazarento.”

Já vou começar pelo ponto negativo, o pão não sei o que de cerveja.
Legal inovar e tentar uma coisa diferente, dar uma cara própria às coisas, mas não é sempre que dá certo, né?! Esse foi um caso que não deu. Talvez manter no arroz com feijão dos pães de hambúrguer funcionaria melhor.
Esse pão de cerveja ficou massudo, pesado, borrachudo, a fermentação dos levedos não rolou direito e a massa também estava um pouco crua no meio. E com farinha por cima. Farinha por cima é foda, gruda tudo nos dedos, na barba… mas isso é frescura minha, o resto não é.
Chegou uma hora que desisti e comecei a comer apenas o recheio, depois voltei à tampa do pão só para cumprir tabela e não desperdiçar nada.

O recheio é simples e do jeito que tem que ser, só o básico e o gostoso. Carne, bacon, queijo e maionese (tinha cebola caramelizada, mas quem acompanha isso aqui e leu o último post já se liga que pedi sem). A maionese parece ser boa mas se perde no pão grosso.

O queijo é uma beleza, enche os olhos e logo de cara se percebe que esses caras são dos meus, não ficam regulando e colocando só aquela única fatiazinha de queijo. Aqui o negócio quase embrulha a carne, é uma camada grossa e salgada de cheddar. Ponto bem positivo.

A carne tem aquele tempero dito caseiro de sal, cebola e um verdinho (verdinho pra mim é todo qualquer tempero verde, não sei o nome dessas paradas).Tem um tamanho legal ou pelo menos suficiente. Quanto ao ponto, estava quase lá, um pouco seca, mas nem se tratava tanto do ponto, acho que um pouco mais de gordura na carne deixaria mais suculenta, gostosa e menos fibrosa.

Em cima da carne, o queijo, em cima do queijo o bacon.  Generosa fatia de bacon cortado em tira e umas lascas grandes que dão consistência e um pouco mais de sal e sabor ao morder. Na foto aparece bem a parte da gordura, mas ele tinha uma boa carninha também.

Acompanha batatas chips, fininhas, bem sequinhas e crocantes. Um potinho de molho adocicado com gosto de fumaça, barbecue.(sem essa de cobrar extra por um potinho de molho como uns lugares sem vergonhas fazem).
O refri é servido num tipo de taça de vinho, gosto de copos diferentes mesmo para tomar refrigerante.

Surpreendentemente o bicho tem um fator sustância bom, deve ser por conta do pão pesado.

No final o cara fez a conta de cabeça no papel, no melhor estilo do finado seu Zé e o Alvaro do Montesquieu.

Para fechar, uma dica natalina e não hamburguística. Uma fatia de chocotone, doce de leite e outra fatia de chocotone. De nada!

Semana que vem tem mais um post novo do Yuri. Eu vou ficando por aqui. Até janeiro.

See you mothafuckers, ho-ho-ho!!

Ficha técnica:

Hambúrguer Especial

Ingredientes: “Hambúrguer caseiro com queijo cheddar, fatias de bacon, cebola caramelizada e maionese no pão de cerveja. Acompanha batatas chips.”

Preço: R$18,00 mais uma coca-cola lata de R$4,00(!) ficou R$22,00.

Ponto alto: A quantidade do queijo e o bacon bem servido.

Ponto baixo: Definitivamente, o pão não agradou.

Avaliação: C+

O GiraMundo Café fica na Rua Santa Catarina,456, no Água Verde. Funciona de Terça à Sábado das 15h-22h e Domingo 15h-20h. (41) 3205-0437. Fica ao lado de um boteco de tiozinho, daqueles todo amarelo da skol.

 
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Publicado por em 12/13/2013 em Uncategorized

 

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Square Burger – Chuck B., Elvis e Ritchie V.

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Um frio de 7°C, ventando, numa quinta-feira à noite. Não dá vontade de sair de casa nem para comer, mas nós fomos, e fomos porque temos um compromisso com isso aqui.
Estivemos num lugar que tem delivery, então na próxima noite fria vou pedir e comer no sofá de casa sem precisar tirar o pijama. Por falar em pijama, quando chegamos tinha uma família, com uma menininha de uns 9 anos usando um pijama rosa choque, esperando para levar o lanche. Gosto de ver que existem pais legais que deixam as crianças serem crianças.

O Square Burger que fomos é uma local pequeno, no Rebouças. Acho que consegue ser menor que o Rock’a Burger. São só três mesas de madeira entre paredes vermelhas com discos de vinil alinhados decorando o ambiente.  Os nomes dos hambúrgueres são nomes de astros cinema e do rock, o (bom) som ambiente também é dos velhos do rock.
O barato do Square é que são mini sanduíches, a menina do caixa disse que três equivalem ao tamanho de um normal. Eles são servidos embalados em papel alumínio e dentro de numa caixa, com as batatas-fritas, mesmo sendo para comer ali na hora.
O grande diferencial é a carne que não é redonda como um disquinho, é SquareBurguer, sacaram? O hambúrguer é quadrangular.

Quando vi pela primeira vez um hambúrguer quadrado, lá em Moscou, pensei: “Orra, esses russos são foda, fizeram um hambúrguer quadrado só para ser diferente dos americanos”, mas depois descobri que a lanchonete era uma Wendy’s, uma rede norte americana, e perdeu um pouco a graça.
Mas também pensei: “Como ninguém fez isso antes?” Agora parece tão óbvio tentar essa mudança geométrica.  Mas espero que ninguém queira inventar moda e fazer em forma de estrela ou outra merda do tipo.

Tentando ser objetivo, vamos à brincadeira.

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O pão é o mesmo em todos. Pão de leite sem gergelim, muito macio, fresco e levemente tostado nas partes internas. Daquele que se desmancha ao morder.

O velho Chuck B. (de Chuck Berry) é o mais simples, peguei justamente por isso. Porque se o negócio mais básico é interessante, o resto só vem a acrescentar.
O diferencial dele é a maionese, que é bem boa e vem numa quantidade suficiente para ser notada.  É aquela maionese com uns verdes, que sempre vai me lembrar a do Mister Dog, a melhor maionese verde de todas as galáxias das araucárias.
O queijo, faz um tempo que não digo isso, poderia ter um pouco mais. Não é porque é um sanduichinho, que tem que vir só um queijinho.

O Elvis é um Chuck Berry turbinado com bacon em cubinhos. Talvez isso explique um pouco o Elvis ter morrido gordo e decadente e o Chuck Berry esteja fazendo shows até hoje, mesmo velho decrépito.
Já da para imaginar como é, bacon e sua gordurinha

O Ritchie V. (Eu não sabia quem era, procurei agora e descobri que Ritchie Valens era o cara do “La Bamba”) tem um lance chicano,  vem dois Doritos, cheddar e a carne quadrada. É tipo um Nachos, mas não lembra muito nachos, mesmo com o Doritos que da crocância e um temperinho. Diz que tem pimenta, mas não senti. Eu colocaria mais pimenta, um barbecue derramando e chamaria de Machete!

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Além do pão, uma coisa que vai ser igual em todos, é a carne, e devia ser um hamburguinho quadrado mais gordinho ou mesmo colocar dois juntos….quiçá um “quadradinho de oito“(risos).
O hambúrguer é muito fininho, não da para morder e sentir realmente a carne, mas deu para perceber que era bem temperada e também bem passada, com essa espessura nem tem como não ser passada, colocou na chapa e virou, já era.

As batatas fritas (por mais 3 reais) vem numa quantidade boa.
Porque metade de mim é sanduíche e a outra metade é batata frita”, disse a caixa do Square Burger.
As batatas estavam um pouco moles, me lembrou as que minha mãe faz, sempre ficam molengas, me agrada, mas poderia fritar mais para deixar mais crocante por fora. Fazer aquele lance de fritar uma vez, tirar e colocar num óleo mais quente para dar mais uma fritada, mais ou menos isso. Manjo mais de comer, semana que vem o Yuri explica no post dele, voltem aí conferir.

Uma coisa legal que descobri dos caras, se o McDonald’s tem a boa ação (de marketing) do McDia Feliz, o Square também tem, no dia 18 de setembro rolou o dia de doar uma porcentagem para ajudar o Hospital Pequeno Príncipe.
Como diriam os cartazes de shows de hard core do início dos anos 2000. “Prestigie a cena local”.
É tipo aquele lance que circulou no Facebook, pra que doar para o Criança Esperança, que já é uma parada gigante e milionária, se você pode doar para uma APAE ou o Pequeno Cotolengo, que é um lugar muito mais próximo da gente?!  #DicaGoodBurger

No geral foi uma experiência diferente, vem tudo numa caixa, os sanduíches embrulhados, tem um lance meio infantil, é divertido. Além de termos sido atendidos por uma menina bonita e sorridente.

Acho que nunca tinha escrito tantos diminutivos em um textinho só.

Ficha técnica:

Chuck B., Elvis e Ritchie V.

Ingredientes: “Chuck B. Pequeno hambúrguer quadrado, com pão, queijo e maionese especial. – Elvis; Pequeno hambúrguer quadrado, com pão, queijo, cubos de bacon crocantes e maionese especial. – Ritchie V. Pequeno hambúrguer quadrado, com pão, queijo cheddar, molho de pimenta e nachos.”

Preço: R$16,90 os três sanduíches e meia porção de batata frita + Coca-Cola de 600ml R$4,00(dividimos o refrigerante, mas o Yuri que pagou).

Ponto alto: Escolher diferentes “sabores” no combo e vir na caixa embrulhadinho é legal.

Ponto baixo: É pouco recheio, carne muito fininha.

Avaliação: C

O Square Burger fica na Rua Lamenha Lins, 1550, no Rebouças, meio perto da Arena da Baixada. Não achei o horário e dias de funcionamento, então liguem lá. Tem delivery, (41)3032-3773 ou 3032-2727, no Alto da Glória.

 
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Publicado por em 09/27/2013 em Uncategorized

 

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Casa da Mãe Joana – Hambúrguer de Barreado

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No ritmo preguiçoso de férias(mesmo não estando de férias) e de início de ano, estamos na atividade.
O bonde não para!

“Casa da Mãe Joana”, já começo achando o nome do lugar bem bom. Me lembra Mãe brigando com o filho porque a casa está uma zona. “Parece a casa da mãe Joana isso aqui!”
Se bem que essa Casa mesmo parece uma casa de vó, e bem arrumadinha.

O lugar tem um lance tipo aquela Casa di Bel que mais parece o Sítio do Pica Pau Amarelo, onde nada combina com nada, é muita coisa pendurada, é muita informação, você fica sem saber para onde olhar. Na Casa da Mãe Joana o negócio é mais simples, visualmente é mais limpo e agradável, tem várias coisas decorativas antigas que vão desde um refrigerador de alguma mercearia até mesinha e telefone de discar, bules de porcelana, quadrinhos gringos que os Caçadores de Relíquias do History Channel adoram, latas e várias outras coisas. Tem uma área externa com umas mesas, chão de pedrinhas brancas e redes para quem sabe tirar um cochilo, tipo baiano.
O lugar tem um ar de carimbóGaribaldis e Sacis, bicho grilo da reitoria, só que mais arrumadinhos e que felizmente essa referência não se manifesta na trilha sonora, que foi do Jazz ao Rock e nada de MPB lésbica da nova geração.

Agora falando da comida, quem acompanha o blog ou leu alguns posts já deve ter percebido que meu negócio é testar o tradicional de cada lugar, e nas poucas vezes que me aventurei, deu merda, parceiro! Veja aqui um exemplo.
Mas hoje depois de muito pensar e olhar para o cardápio diversas vezes, aceitei o desafio do Yuri e arrisquei encarar uma coisa nova que tem tudo para dar errado, um X-Barreado.

Sim, um hambúrguer de Barreado. Para quem não é do Paraná, (momento wikipedia), o Barreado é um prato tradicional do estado, mais precisamente do litoral. A turistada adora ir para Morretes e Antonina comer essa parada. Basicamente é carne de boi desfiada que fica cozinhando por umas 12h numa panela de barro lacrada com uma massa feita de trigo, e servido com farinha e banana.
Com doze horas de cozimento (hoje deve ser feito na panela de pressão com muito menos horas) já da para imaginar como as fibras musculares ficam completamente relaxadas, a carne fica muito molinha e desmanchando, o negócio vira quase uma “sopa de carne”.

Eis que os filhos da mãe Joana resolvem remontar esse prato num sanduíche. E o pior é que fica interessantemente bom!

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Detalhe para a bela apresentação do prato. Sanduíche, salada, molhinho de maionese e banana chips.

O pão é um pão d’água coberto com um pouco de fubá, particularmente gosto bastante de pão assim, bem molinho e sem casquinha crocante quebrando. Há que quem ache ruim e diga que é tipo pão amanhecido e, por isso poderia ser arriscado usar num hambúrguer de quase vinte reais.
Mas um cara que faz um sanduíche que tem banana com bacon e carne não está com medo de arriscar.

Sim, bacon e banana que incrivelmente combinam. A banana fica predominante na maior parte do tempo, e nas duas ultimas mordidas já estava começando a ficar enjoativo, mas em alguns momentos você sente bem o bacon, e às vezes a mistura dos dois, é interessante e longe de ser ruim.
São duas tiras classudas de um bacon muito bonito e com pouca gordura, até abri o sanduba para conferir e gostei bastante do que vi lá dentro. Também duas fatias de banana grelhada por cima do queijo, que, diga-se de passagem, é apresentado numa quantidade legal de muçarela (com ç mesmo, como no cardápio) com direito ao efeito estica e puxa,essa é a festa da Xuxa.

Assim como a banana, o hambúrguer também tinha suas belas marcas de grelha. Feito com a carne do barreado, não sei direito, mas pelo que me pareceu a carne desfiada foi processada(batida) para poder dar a liga necessária para moldar o hambúrguer.
Fica uma textura diferente, mais macia e sem a “granulação” da carne moída tradicional, quase não tem resistência ao morder e o pedaço se desmancha ao mastigar.
E como a carne já foi cozida não tem isso de mal passado ou no ponto sangrando, nem seca nem molhadinha, esse é o ponto que fica.

Tudo isso junto e logo na primeira mordida me surpreendo com uma das coisas mais macias que já mordi (incluindo pessoas), é tipo comida para velho banguela, bem legal.

Acompanha também uma porção de salada considerável, muito maior do que viria dentro de qualquer hambúrguer. Dois tipos de folhas (alface crespa e alface frisé), cenoura ralada, e um tomatinho cereja cortado ao meio. Além de um potinho com a maionese local, que nem usei muito mas é mais líquida que a normal e com um gostinho de alho e(ou) cebola.

No cardápio dizia batatas rústicas, mas veio uma surpresa na vibe do passeio na feirinha de Morretes no final de semana.  Bananas chips, banana frita como se fosse batata. Fica meio seca, parece uma madeirinha, é legal por ser diferente, mas eu prefiro batata, ainda mais se forem rústicas.

“A Casa”
 fica na Jerônimo Durski, esse nome que já lembra o que? Madero, né, seus bois de presépio.
Curitibano tem mania de fazer sempre as mesmas coisas, frequentar sempre os mesmos lugares…  Acho que vale uma boicotada no Madero e passar na Casa da Mãe Joana para experimentar um hambúrguer diferente, bem diferente, e bom, na mesma faixa de preço do Madeireiro.

Ficha técnica:

Hambúrguer de Barreado

Ingredientes: “Hambúrguer caseiro de barreado grelhado com fatias de bacon, coberto com queijo muçarela derretido, rodelas de cebola e banana assadas em forno a lenha. Acompanha mini salada, batatas rústicas fritas e maionese especial”.

Preço: R$18,00 + 1 Itubaina (que troço doce!)  + 1 coca-cola lata = R$27,50 (caro para um lanche mas vale por uma refeição).

Ponto alto: Apresentação, bons ingredientes, inovação, e o gosto, claro.  

Ponto baixo: Preço.

Avaliação: A

A Casa da Mãe Joana fica na rua Jerônimo Durski, 1010, no Bigorrilho. Terça à Sexta: 18:30 – 00:00, Sábado e Domingo 12:00 – 16:00   –  (41)3092-2322

 
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Publicado por em 01/18/2013 em Uncategorized

 

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Motodax – Motor Salad Burger

Imagina que você tem uma motoca e precisa dar aquela lavada, tocar o óleo, fazer a manutenção …
Que mané moto, mano, essa bagaça não é um blog de hambúrgueres?

Calma pequeno gafanhoto, coloca/clica aí ->   para criar o clima da parada.
Esse foi o som que estava tocando quando chegamos e o som com o qual estou escrevendo isso aqui.

É o seguinte, o escolhido da vez é o do Motodax. O lugar é uma oficina e “lava car” de motos, e além disso, tem um bar e  tem hambúrgueres!
Lugar de reunião de motociclistas. Veja bem, motociclistas, aqueles caras com motos caras, grandes e bonitas, não motoqueiros, motoqueiros são vida loka de CG, mas acho que esses não vão lá.
Na rua, estacionadas na frente do lugar, parecia uma exposição de motos, devia ter umas 30 customs, essas tipo Harley Davidson e uma ou outra speed, que é moto de jovem playboy que gosta de aparecer.

E você se pergunta: O que esse piá que malemal sabe andar de bicicleta, e não tem nem grana para uma Honda Biz, foi fazer lá?
Comer, ué!  E se for pensar que quase todo motociclista é pançudo, isso quer dizer que os caras entendem de comer porcaria, assim como nós, e gostam de rock, assim como nós, e tem barba, assim como nós, e tem motos caras, e bebem cerveja… é, acabaram as semelhanças.

Mas para você que como a gente não tem uma motoca, vamos fazer um moto-clube, só para termos um coletinho preto de couro com um patch nas costas (coisa que particularmente acho meio brega, e por falar isso provavelmente eu vá apanhar em algum bar de beira de estrada) e frequentarmos o lugar. O nosso clube vai ter um legítimo nome paranaense, sugerido pelo Yuri, vamos ser os “Pinhões do Asfalto”.   LOL

Chega de palhaçada, vamos falar da comida!

Motor Salad Burger, porque sou motociclista barbudo e malvadão no Road Rash, mas não sou pançudo ainda, então tem que ter uma saladinha.

Começando pelo pão, do dia, muito parecido com o que usam no Barba, deve vir do mesmo lugar, um pouco escuro em cima, devem passar ovo e colocar para assar com um monte de gergelim colado, colado mesmo, não é dos que ficam caindo gergelim aos milhares por toda parte.

O hambúrguer é da mesma (boa) escola do Rock’a Burger, olha o tamanho dessa carne em relação ao resto, ela só perde em tamanho para o alface, e isso é muito legal, é aquele história de comer com os olhos, bando de olho gordo rá-rá-rá!
E é aí que entra o ponto alto e baixo de toda história, o nosso querido hambúrguer. Estava suculento a ponto de escorrer pela mão e isso é uma coisa muito bem vinda.
É grande (180g segundo o cardápio, mas de olhar eu achei que tinha umas 200g), bonito e vistoso, com um gostoso bom de “assado” na crostinha de fora, mas estava um tanto cru no núcleo nervoso central, não era mal passado, era cru mesmo, tipo carne de onça, mais um pouquinho na chapa e teria ficado excelente e eu até subiria a nota. Mas aqui no blog e na vida é assim, One life, one chance, gotta do it right!

O queijo não foi derretido direto em cima do hambúrguer, aí rola aquele lance do queijo embolar tudo na hora de tirar da chapa e passar pra cima da carne, aí ficou uma bola de queijo derretido no meio do hambúrguer, mas isso não é problema, ficou bem boa essa concentração de queijo, nas mordidas que vinham queijo.

E a salad, uns baita pedaços de alface fresca e crocante que deixaria minha mãe orgulhosa se me visse colocando aquilo num prato de comida, e umas duas rodelas de tomate um pouco verde, mas é salada né, tem que comer porque faz bem não porque é gostoso.

Últimas considerações antes de pegar a estrada.
O lugar é bem legal, o hambúrguer é dos melhores e nas quartas-feiras os sandubas ficam pela metade do preço, isso é muito convidativo à gula.
E uma coisa nada a ver mas que é legal, é que desde a hora que chegamos até irmos embora os caras lavaram umas três ou quatro motos.

Ficha técnica:

Motor Salad Burger

Ingredientes: “Pão, hamburger motorcaffe de 180g, maionese, queijo, alface, tomate, molho esp” Mas o cara disse que não vinha com o molho mais.

Preço: R$14,00(quarta-feira paga 50% nos hambúrgueres) mais uma coca-cola lata de R$3,50. Total R$10,50.

Ponto alto: O tamanho, o preço, o lugar legal, bom atendimento.

Ponto baixo: A carne crua e não acompanhar batata.

Avaliação: B

O Motodax fica na Rua Conselheiro Laurindo,2935, no Prado velho, mais ou menos perto do Teatro Paiol. (41) 3333-3077.

 
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Publicado por em 10/25/2012 em Uncategorized

 

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